Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/1694
Título: Qualidade de vida dos indivíduos após enfarte agudo do miocárdio
Autor: Silva, José Paulo Almeida
Dias, António Madureira, orient.
Palavras-chave: Doenças cardiovasculares
Enfarte do miocárdio
Factores de risco
Qualidade de vida
Terapêutica
Cardiovascular diseases
Myocardial infarction
Quality of life
Risk factors
Therapeutics
Data de Defesa: 2012
Editora: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu
Resumo: TITULO: Qualidade de vida dos indivíduos após Enfarte Agudo do Miocárdio. ENQUADRAMENTO: A relação entre saúde e qualidade de vida existe desde o nascimento da medicina social nos séculos XVIII e XIX. Há um reconhecimento, e uma consciência, da importância do enfarte agudo do miocárdio na qualidade de vida dos indivíduos. É causador de morte prematura, provocando limitações físicas e emocionais, nos sobreviventes e consequentemente perda da QDV (DGS, 2006). OBJECTIVOS: Relacionar as variáveis sociodemográficas e clinicas referentes aos serviços de saúde, á qualidade de vida (QDV) do individuo após EAM. MÉTODOS: É um estudo quantitativo, transversal. Amostra foi constituída por 131 indivíduos com diagnóstico médico de enfarte agudo de miocárdio (EAM) há pelo menos seis meses e cujo último episódio foi entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Agosto de 2011. Utilizamos um questionário (caracterização sociodemográfica, clinica e Qualidade de Vida - Mac New QLMI) auto-aplicado aos indivíduos em regime de ambulatório que se encontravam a frequentar a consulta externa do Centro Hospitalar Tondela-Viseu. RESULTADOS: Apresentam idades entre 41 e 86 anos (media=67.11 ± 11.78). São 74.0% homens. Os indivíduos do sexo masculino têm melhor (QDV) que os do sexo feminino. Os indivíduos com idade [56-70] anos (p <0.01); os que têm funções laborais no ativo, os que possuem nível de escolaridade intermédio, e os indivíduos que usufruem valor> 970 euros; também apresentam melhores níveis de QDV (p <0.05). Nas variáveis clinicas observa-se que os indivíduos com enfarte com supra de ST, os que tem um primeiro episódio e os submetidos a angioplastia primária, apresentam melhores níveis de qualidade de vida (p <0.001). Na avaliação das limitações físicas 53,43% dos indivíduos refere estar sem limitações e com melhor QDV. (p <0.001) CONCLUSÃO: A avaliação da perceção da qualidade de vida permite um maior conhecimento e adaptação à condição do individuo. Verificamos que a QDV é o resultado da ação positiva ou negativa dos sujeitos da amostra face à doença, tendo em conta também as suas características sociodemográficas e clinicas Na generalidade constatou-se que foram os indivíduos com EAMCSST, indivíduos com um primeiro evento e sujeitos ao tratamento mais célere que percecionaram a sua QDV de forma mais positiva. PALAVRAS-CHAVE: Qualidade de vida, Enfarte agudo do miocárdio, Variáveis clinicas e sociodemográficas.
ABSTRACT TITLE: Quality of life after Acute Myocardial Infarction FRAMEWORK: The relationship between health and quality of life has existed since the birth of social medicine in the eighteenth and nineteenth centuries. There is an acknowledgement, and an awareness, of the impact of Acute Myocardial Infarction in the quality of life of individuals. It is a cause of premature death, leading to physical and emotional impairment in the survivors and, consequently, loss of QOL (DGS, 2006). OBJECTIVES: To establish a correlation between clinical and sociodemographic variables related to health services and quality of life (QOL) of the individual after MI. METHODS: This is a quantitative and cross-sectional study. Our sample consisted of 131 individuals with a diagnosis of acute myocardial infarction (MI) for at least six months and whose last acute episode was between the 1st of January 2008 and the 31st of August, 2011. We used a self-administered questionnaire (sociodemographic, clinical and Quality of Life characterization - New Mac QLMI), filled on an outpatient basis by individuals who were attending outpatient consultation at the Hospital Center Tondela-Viseu. RESULTS: Individuals in the sample are aged between 41 and 86 years (mean = 67.11 ± 11.78). 74.0% are men. Males have better QOL than females. Individuals who are aged [56-70] years (p <0.01), those who are employed, those who have completed intermediate education and those who receive > 970 euros in wages also exhibit higher levels of QOL (p <0.05 .) Considering the clinical variables, we observed that individuals with STEMI, those who present as a first episode and those who underwent primary angioplasty have better quality of life (p <0.001). When evaluating physical limitations, 53.43% of the individuals reported to be without limitations and with better QOL (p <0.001). CONCLUSION: The evaluation of the perception of quality of life allows for a better understanding and adaptation to the condition of the individual. We found that QOL is the result of positive or negative action of the individuals in the sample towards the disease, taking into account their sociodemographic and clinical characteristics. In general it was found that individuals with STEMI, those who presented as a first event and those who were subject to rapid treatment perceived their QOL more positively. KEY WORDS: Quality of life, acute myocardial infarction, clinical and sociodemographic variables.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/1694
Aparece nas colecções:ESSV - UEMC - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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