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Título: Atitudes maternas face à amamentação
Autor: Fernandes, Cláudia Sofia Fialho Nisa
Ferreira, Manuela Maria Conceição, orient.
Duarte, João Carvalho, orient.
Palavras-chave: Aleitamento materno
Atitude perante a saúde
Mãe
Papel do enfermeiro
Política de saúde
Prevalência
Psicologia
Attitude to health
Breast feeding
Health policy
Mothers
Nurse's role
Prevalence
Psychology
Data de Defesa: 2013
Editora: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior de Saúde de Viseu
Resumo: Enquadramento: Verifica-se que a amamentação para além de nutrir, protege e favorece o desenvolvimento cognitivo, a criação do vínculo afectivo entre mãe e filho. É um momento único e rico de carinho, afecto, doação e troca. O aleitamento materno (AM) depende de vários factores, tais como: sócio culturais, profissionais, nível de educação e da acção dos profissionais de saúde e dos media e reúne benefícios para a criança, mãe, família e sociedade. Objectivos: É nossa intenção com este estudo, determinar se o perfil sócio demográfico, as variáveis obstétricas, o aleitamento materno e o contacto pele a pele na primeira horas de vida e o alojamento conjunto influenciam as atitudes maternas face à amamentação. Métodos: Trata-se de estudo de natureza quantitativa, transversal, de carácter descritivo correlacional e explicativo, sendo a amostra não probabilística por conveniência (n=312). A recolha de dados efectuou-se através de um questionário sócio demográfico, o inventário do afecto materno e a escala de atitudes maternas face à amamentação. Foi aplicado às mães na consulta de saúde infantil dos 2 anos de idade, no período de 1 de Outubro de 2010 a 30 de Dezembro de 2011 nos centros de Saúde dos concelhos da Covilhã, Fundão, Guarda e Viseu. Resultados: O estudo realizado permitiu verificar que as mulheres com melhores atitudes maternas face à amamentação são as que têm idades entre os 19-35 anos, casadas/união de facto, residentes em vila, com ensino superior e trabalhadores qualificados, numa situação profissional empregada a tempo inteiro. O estado civil e a escolaridade o nº de gestações anteriores, o tipo de parto, o tipo de gravidez (termo/prematuridade) a existência de filhos com amamentação anterior, o tempo de amamentar e a introdução da chupeta, são preditoras das atitudes maternas face à amamentação. Conclusão: Embora o aleitamento materno seja um processo biologicamente determinado é influenciado pelo ambiente que rodeia a mulher, o número de gestações anteriores, o tipo de parto, o contacto pele a pele, bem como algumas características sócio demográficas. Assim, estas variáveis devem ser consideradas nas políticas de promoção do aleitamento materno. Palavra-chave: Amamentação, Atitudes Maternas.
ABSTRACT Background: It appears that breastfeeding beyond nourishing, protects and promotes cognitive development, creating the emotional bond between mother and child. It is a unique and rich in love, affection, giving and sharing. Breastfeeding (BF) depends on several factors, such as socio-cultural, professional, educational level and work of health professionals and the media and brings benefits to the child, mother, family and society. Objectives: It is our intention with this study was to determine whether the socio demographic, obstetric variables, breastfeeding and skin to skin contact in the first hours of life and rooming influence attitudes to breastfeeding mothers face. Methods: This study was a quantitative, cross-sectional correlational descriptive and explanatory nature, being a non-probabilistic sample of convenience (n = 312). Data collection was carried out through a socio-demographic questionnaire, the inventory of maternal affection and scale of attitudes to breastfeeding mothers face. Was administered to the mothers in child health consulting 2 years of age, during the period 1 October 2010 to 30 December 2011 for health centers of municipalities of Covilha, Fundão, Viseu and Guarda. Results: The study showed that women with better attitudes to breastfeeding mothers face are those that are aged between 19-35 years, married / unmarried, living in town, with higher education and skilled workers, employed in a professional situation full time. The marital status and education the number of previous pregnancies, type of delivery, type of pregnancy (term / preterm) the existence of children with breastfeeding previous time breastfeeding and introduction of pacifiers, are predictors of maternal attitudes in the face of breastfeeding. Conclusion: Although breastfeeding is biologically determined process is influenced by the environment surrounding the woman, the number of previous pregnancies, type of birth, skin to skin contact, as well as some sociodemographic characteristics. Thus, these variables must be considered in policies promoting breastfeeding. Keyword: Breastfeeding, Maternal Attitudes.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/1738
Aparece nas colecções:ESSV - UEMOG - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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