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Título: Colheita assética de urina em crianças até aos 36 meses de idade
Autor: Cordeiro, Manuel Pereira
Rocha, Amarílis Pereira, orient.
Palavras-chave: Colheita de urina
Criança de idade pré-escolar
Diagnóstico
Enfermagem pediátrica
Infecções do aparelho urinário
Lactente
Child, preschool
Diagnosis
Infant
Pediatric nursing
Urinary tract infections
Urine specimen collection
Data de Defesa: 2012
Editora: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior de Saúde de Viseu
Resumo: A Infeção Urinária na Criança tem uma especial relevância no Serviço de Urgência Pediátrica, não só pela sua prevalência, mas igualmente pela morbilidade que pode causar à criança. Assim, o diagnóstico correto é de grande importância, evitando, não só a execução de mais exames e de maior complexidade para a criança caso seja negativo e, mas igualmente, prevenindo problemas associados à infeção que irão contribuir para o aumento da morbilidade. Com um alto valor preditivo quando negativo, a colheita assética de urina em saco coletor é também controversa quanto ao tempo de permanência do saco, bem como pelos falsos positivos que apresenta. Neste estudo quasi-experimental, pretendemos verificar se o tempo de permanência do saco coletor interfere no resultado da Urocultura. Respeitando a lavagem cuidada do períneo e correta secagem sem fricção da pele, precedentes à colocação do saco, estudámos dois grupos de crianças. No grupo de controlo o saco coletor foi trocado a cada 30 minutos, enquanto que no grupo experimental o tempo limite de permanência do saco coletor foi de 60 minutos. Este estudo foi aplicado a 93 crianças até aos 36 meses de idade que ainda não tinham adquirido o controlo do esfíncter urinário e que recorreram ao SU Pediátrica do HIP, entre os dias 28/10/11 e 20/12/11. Os dados foram tratados com auxílio do programa estatístico SPSS, versão 18. Concluímos que o aumento do tempo de permanência do saco coletor até 60 minutos não interfere no resultado da urocultura, possibilitando propor a alteração do procedimento. Palavras-chave: criança, colheita assética de urina, saco coletor de urina, infeção urinária, urocultura.
ABSTRACT Urinary infection in children has a special relevance in the Paediatric Urgency Service, not only for its prevalence, but also for morbidity that it can cause to the child. Thus, the correct diagnostic is of great importance, preventing, either the making of more and bigger complex tests for the child, or preventing problems associated with the infection that will contribute to increase morbidity. With a high predictable value, when negative, the clean voided bag sample is also controversial as far as the time the bag rests, as well as the false positives it presents. In this quasi-experimental study, we wanted to make sure whether the time that de clean voided bag was in place influences the result of the Uroculture. Having made a careful cleansing of the perineum and correct drying, without rubbing the skin, before placing the bag, we studied two groups of children. In the control group, the clean voided bag was changed every 30 minutes, while in the experimental group the clean voided bag rested for 60 minutes. This study was applied to 93 children up to 36 months old, without sphincter urinary control and that came to the Paediatric Urgency of the HIP, between the days 28/10/11 and 20/12/11. We dealt with the results through the help of the statistical programme SPSS, version 18. We concluded that the time the clean voided bag rested didn’t interfere with the outcome of the uroculture, making it possible for us to propose the change in the procedure. Key-words: child, aseptical ingathering of urine, clean voided bag sample, urinary infection, uroculture.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/1742
Aparece nas colecções:ESSV - UECA - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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