Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/2010
Título: Inteligência emocional nos enfermeiros
Autor: Adem, Elisabete Santos
Dias, António Madureira, orient.
Silva, Daniel Marques, co-orient.
Palavras-chave: Competência profissional
Enfermeiros
Inteligência emocional
Psicologia
Emotional intelligence
Nurses
Professional competence
Psychology
Data de Defesa: 2013
Editora: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior de Saúde de Viseu
Resumo: Título: Inteligência emocional nos enfermeiros Introdução: Os enfermeiros lidam diariamente com a experiência de sentir e a emotividade na prática do cuidar, enquanto processo relacional. Para exercer as competências emocionais com excelência e consequente qualidade na interacção com o outro, precisam ter consciência das suas capacidades. Objectivo: Determinar a influência dos factores sociodemográficos e profissionais sobre a inteligência emocional, segundo a autopercepção dos enfermeiros. Metodologia: Estudo quantitativo, de carácter descritivo-correlacional, transversal. A amostra não probabilística por conveniência foi constituída por 152 enfermeiros do Hospital Sousa Martins-Guarda. Maioritariamente é do género feminino (70,3%), com uma média de idades de 37 anos. Possui formação base (72,4%), vínculo contratual estável (65,8%), sem ocupação profissional extra-instituição (73,7%) e um tempo médio de exercício profissional de 14 anos. Os dados foram colhidos através de questionário que integrou a Escala Veiga Branco das Capacidades da inteligência Emocional. Resultados: Os enfermeiros actuam normalmente de forma competente emocionalmente. Pode-se inferir que o género (U = 1769,000; p = 0,035) e a categoria profissional (Kw = 10,208; p = 0,017) influenciam significativamente a empatia; correlacionando-se de forma negativa, o tempo no actual serviço (r = -0,173; p = 0,033) apresenta-se como único preditor válido, explicando 3% da variância daquela capacidade. A gestão de emoções é influenciada pelo tipo de vínculo contratual (Kw = 8,410; p = 0,038) e pela ocupação profissional extra-instituição (U = 1705,000; p = 0,025). Conclusões: O desenvolvimento da inteligência emocional permite aos enfermeiros uma melhor adaptação às mudanças e particularidades e, igualmente, a adequação de respostas face aos fenómenos emocionais. Contudo, aspectos pessoais e profissionais influenciam a capacidade de lidar com os próprios sentimentos, de os controlar, e de compreender as emoções nos outros. Palavras-chave: Inteligência emocional, Capacidades emocionais, Competência emocional nos enfermeiros.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2010
Aparece nas colecções:ESSV - UEMC - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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