Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/2084
Título: Infertilidade e qualidade de vida da mulher
Autor: Vicente, Sandra Inês Serra
Ferreira, Manuela Maria Conceição, orient.
Duarte, João Carvalho, co-orient.
Palavras-chave: Infertilidade
Mulher
Qualidade de vida
Infertility
Quality of life
Women
Data de Defesa: 2014
Editora: Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu
Resumo: Enquadramento: A reprodução e o desejo de criar família é uma das necessidades naturais dos seres humanos e um dos pilares importantes da sua qualidade de vida Tem impactos emocionais e conjugais podendo contribuir para o insucesso gestacional, sendo então necessário que a equipe multidisciplinar, que assiste os casais inférteis, conheça amplamente as principais alterações que podem ocorrer para poder ir de encontro ás necessidades da mulher/casa. Objetivos: Identificar os determinantes que influenciam a qualidade de vida, Determinar se as variáveis sociodemográficas têm impacto na qualidade de vida da mulher com infertilidade. Verificar a influencia das variáveis contextuais da infertilidade na qualidade de vida da mulher. Métodos: Estudo não-experimental, quantitativo, transversal, descritivo e correlacional com uma amostra não probabilística por conveniência (n = 106). A recolha de dados efetuou-se através de um questionário constituído por uma componente sociodemográfica, história obstétrica e uma Escala WHOQOL-Bref (Instrumento Abreviado de Avaliação da Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde). Que foi aplicado a utentes com diagnostico de infertilidade. Resultados: A idade média das mulheres foi de 33 anos, são maioritariamente casadas ou em união de facto, (89,6%) residentes na cidade, (50%) possuem o 12º ano (53,8%) e são empregadas (80,2%), nunca engravidaram, (62,3%) encontram-se há mais de 3anos a tentar engravidar, (51,9%) revela ter dores durante a menstruação, e infecções vaginais (50,9%), são saudáveis (95,3%) e não toma qualquer medicação (72,6%). Existe uma relação entre as variáveis sociodemográficas (idade p = 0,046 e escolaridade p = 0,021), as variáveis obstétricas (nº de gestações anteriores p = 0,039, tipo de tratamento usado em caso de aborto retido p = 0,04, duração da menstruação p =0,04), a infertilidade (toma de medicação p = 0,05, o tempo que se encontra a tentar engravidar p = 0,01 e o nº de serviços de infertilidade a que recorreu p =0,02) e a qualidade de vida. Conclusão: Através deste estudo, tornou-se pois evidente a importância dos profissionais de saúde na atualização de conhecimentos, em busca de melhoria da qualidade de vida da mulher que se vê confrontada com o diagnóstico de infertilidade. Estes resultados vão ao encontro dos obtidos por outros estudos, que validam a variação da qualidade de vida, de acordo com as várias características sociodemográficas, história obstétrica e diagnóstico de infertilidade. Palavras-chave: Infertilidade; Qualidade de Vida, tratamentos de infertilidade.
ABSTRACT Background: reproduction and family desire to create is one of the natural needs of human beings and one of the important pillars of their quality of life. Has emotional and marital impacts may contribute to pregnancy failure, and then needed the multidisciplinary team that assists infertile couples, widely know the major changes that may occur in order to meet the needs of women / house. Objectives: To identify determinants that influence the quality of life, determine whether sociodemographic variables impact the quality of life of women with infertility. Check the influence of contextual variables of infertility on quality of life of women. Methods: A non-experimental quantitative study was cross-sectional, descriptive correlational with a non-probability convenience sample ( n = 106 ) . Data collection was carried out through a questionnaire consisting of a component sociodemographic , obstetric history and a scale WHOQOL - Bref ( Abbreviated Instrument for Assessment of the Quality of Life of the World Health Organization ) . That was applied to users with a diagnosis of infertility. Results: Mean age was 33 years , are mostly married or in consensual union ( 89.6 % ) residing in the city ( 50 % ) have the 12th grade ( 53.8 % ) and are employed ( 80 2% ) , have never been pregnant ( 62.3 % ) are more than 3years trying to get pregnant ( 51.9 % ) reveals having pain during menstruation , and vaginal infections ( 50.9 % ) , are healthy (95.3%) and does not take any medication (72.6%) . There is a relationship between sociodemographic variables (age and schooling p = 0.046 p = 0.021 ) , obstetric variables (number of previous pregnancies p = 0.039 , type of treatment used in case of missed abortion p = 0.04 , p duration of menstruation = 0.04 ) , infertility ( taking medication p = 0.05 , the time is trying to get pregnant p = 0.01 and the number of infertility services it used p = 0.02 ) and quality of life . Conclusion: Through this study , it became evident the importance of health professionals in updating knowledge , seeking to improve the quality of life of the woman who is confronted with the diagnosis of infertility. These results are consistent with those obtained by other studies that validate the change in quality of life , according to several sociodemographic characteristics , obstetric history and infertility diagnosis . Keywords: Infertility , Quality of Life , infertility treatments.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2084
Aparece nas colecções:ESSV - UEMOG - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)



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