Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/2171
Título: A interculturalidade e a construção de sentido de grupo : Uma investigação - acção
Autor: Soares, Edite Maria Alves
Orientador: Ribeiro, Esperança Jales
Palavras-chave: Interculturalidade
Processos Socializantes
Comunicação
Interacções
Pedagogia
Formação Pessoal e Social
Data de Defesa: Mai-2011
Editora: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior de Educação de Viseu
Resumo: RESUMO A criança enquanto criança não distingue raça e género, aceita naturalmente o seu par, livre de preconceitos, de estereótipos. Dá a mão, dá o lanche, dá o amor ao seu companheiro do lado. Surgem, porém, alturas em que o amigo do lado não consegue controlar o seu corpo, a sua palavra, o seu pensamento e, magoa o seu parceiro. Este não faz uma pausa para se questionar: reage instantaneamente e num ápice há um enorme reboliço e os dois ―engalfinham-se‖. Os outros, impávidos, observam e interrogam-se: "Poderia ser eu? Ou, como reagiria eu?" Um dia (...) outro dia (...) a cena repete-se. E o adulto? Qual o seu papel perante estas situações? Sente-se frustrado, não compreende, não consegue ajudar. Sente que precisa agir; assim inicia este trabalho. Terá de preparar-se com informação mais específica para compreender as situações de conflito que surgem provocadas por crianças de etnia. Surgem as pesquisas e estudos vários. Quais os direitos? Como estão protegidas as nossas crianças no país? E no mundo? Qual a influência da interculturalidade na escola portuguesa? Qual o contributo dos vários modelos pedagógicos para a promoção de um escola de qualidade? Como se caracteriza o educador enquanto promotor dessa qualidade? Muitas questões foram levantadas e ao longo da prática houve uma preocupação crescente de reflectir, de auto-crítica, de solicitar ajuda de um ―amigo‖ externo e optou-se por envolver/implicar a(s) criança(s) nesta problemática e com ela(s) encontrar a solução. Este estudo foi orientado para o grupo onde a cooperação, a autonomia, a iniciativa e a independência foram constantemente estimuladas e as crianças perceberam que eram co-responsáveis dos seus actos e co-construtoras do seu conhecimento. A pedagogia participativa foi adoptada e cedo se percebeu que dava frutos, então investiu-se fortemente nesta estratégia e só assim é que estávamos na fase de conseguir enriquecermo-nos mutuamente num clima de respeito, de amizade, de empatia, de solidariedade entre os pares e com adultos.
ABSTRACT The child while child does not distinguish race, accepts of course its pair, free of preconceptions and stereotypes. Gives his hand, his snack and his love to his friend of the side. They appear, however, heights where the friend of the side does not obtain to control his body, his word, his thought and hurts his partner. This does not make a pause to question itself: it reacts instantaneously and quickly has an enormous discussion and the two are hurt. The others, fearless, observe and are interrogated: ―Was it me? Or, how would I react? ― One day (…) another day (…) the scene happens again. And the adult? What’s his brief with these kind of situations? The adult feels frustrated, he does not understand, he does not know how to help. He feels that he needs to act; so he starts working. He will have to prepare itself with more specific information to understand the conflict situations that appears provoking children of ethnic. There are researches and several studies. Which are the rights? How are the children protected in our country? And, in the world? What are the influences of the intercultural education in the Portuguese school? What are the contributions of the few pedagogical models for the promotion of a quality school? How does the educator characterize itself while promotional of that quality? Many questions had been raised and throughout the practical one it had an increasing concern of thinking over and auto-criticizing, to request aid of a external friend and opted to an involving/to imply the child in this problematic and with them try to find the solution. This study was oriented for the group where the cooperation, the autonomy, the initiative and independence constantly had been stimulated and the children had perceived that they were responsible of his act and of his knowledge. The participative pedagogy was adopted and early it perceived that it gave fruits, then invested strong in this strategy and only this way we were in the phase to obtain enhanced mutually in a climate of respect, friendship, empathy, solidarity between the pairs and with adults. It is the correct moment to develop several areas, is the exact moment to be made effective, the learning with pleasure and harmony.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2171
Aparece nas colecções:ESEV - DPCE - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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