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Título: Cifras do Sujo e Cacos do Informe na Poesia de Max Martins
Autor: Cruz, Benilton
Palavras-chave: Max Martins
Erotismo
Poesia
Taoísmo
Poetry
Eroticism
Taoism
Data: Jan-2013
Editora: Instituto Politécnico de Viseu
Citação: Cruz, Benilton (2013). Cifras do Sujo e Cacos do Informe na Poesia de Max Martins.   Millenium, 44 (janeiro/junho). Pp. 55‐66.
Resumo: Resumo O propósito deste artigo é mostrar na poesia de Max Martins um léxico de palavras que refutam a beleza enquanto única via da expressão poética. O levantamento indica vocábulos condizentes com a banalidade cotidiana do mundo, porém, em conformidade com a máxima de Lao-Tsé, “Palavras confiáveis não são belas, palavras belas não são confiáveis”. O estudo aponta, todavia, o caráter anti-intelectual de expressões fora do padrão, mas de acordo com a tradição da mística erótica ocidental. Assim, analisamos boa parte da obra do poeta paraense, sob o intuito de encontrarmos o Ocidente nos poemas de influência oriental. O recorte temporal vai se situar nos idos de 1950, quando o autor em questão assimila e renova a proposta de Robert Stock, que enfatiza a poesia enquanto dinâmica da página e não da récita. A poesia não é declamação, mas fruto do indeciso e precioso sentido do estar a caminho.
Abstract The purpose of this article is to show in the poetry of Max Martins a lexicon of words that refute the beauty as the only means of poetic expression. The survey indicates that such words are more real and in line with the everyday banality of the modern world, as expresses the maxim of Lao Tzu, "Reliable words are not beautiful, beautiful words are not reliable". The study shows the anti-academic and anti-intellectual nature of nonstandard expressions, but according to the tradition of erotic mystics. Thus, we analyzed much of the work of the poet from Pará, Brazil, in order to find a western reading in poems of oriental influence. The time frame is set in the early 1950s, when the aforementioned author assimilates and renews the proposal of Robert Stock, which emphasizes poetry as page dynamics and not recitation. Poetry is not declamation, but a result of the indecisive and precious sense of being on the way.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2271
Aparece nas colecções:RE - Número 44 - Junho de 2013

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