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Título: Regresso do doente ao domicilio : Importância do nível de dependência e do apoio familiar
Autor: Pinto, Elsa Maria Esteves Monteiro
Martins, Rosa
Palavras-chave: Independência funcional
Envelhecimento
Redes de apoio formal e informal
Ensino
Família
Cuidadores
Domicílio
Functional independence
Aging
Formal and informal support networks
Education
Data: Fev-2013
Editora: ACEPS
Citação: Pinto, E. M. E. M., & Martins, R. M. L. (2013). Regresso do doente ao domicilio : Importância do nível de dependência e do apoio familiar. Servir, 58(1-2), 79-89.
Resumo: Introdução: Embora o envelhecimento não seja sinónimo de doença e dependência, o seu processo potencializa a limitação progressiva das capacidades do indivíduo, para satisfazer as Actividades de Vida Diária com autonomia, conduzindo a maiores necessidades de apoio informal e/ou formal. Objectivos: identificar independência funcional dos participantes e sua relação com as variáveis sócio – demográficas, clínicas, habitacionais e de suporte social; avaliar dificuldades dos cuidadores informais nos cuidados no regresso ao domicílio. Método: Optámos por uma metodologia triangulada (quantitativa e qualitativa) seguindo uma via descritivo-correlacional, utilizando para o efeito uma amostra não probabilística por conveniência, constituída por 50 doentes internados num Serviço do Hospital São Teotónio, E.P.E. - Viseu, e seus cuidadores informais. Os instrumentos de medida utilizados foram o Índice de Barthel e uma entrevista semi-estruturada. Resultados: Os participantes são maioritariamente homens, com média de idades de 73,7 anos, casados, residentes em meio rural. Tem o 1º ciclo de estudos e predomínio de doenças cérebro-vasculares. Apresentam dependência moderada no momento da alta, regressando preferencialmente ao domicílio próprio. A independência funcional é influenciada significativamente pela idade, as habilitações literárias, local de residência após o internamento, adaptação habitacional e o apoio formal. O cuidador informal, é sobretudo o cônjuge do sexo feminino e filhas, apresentando como principais dificuldades o emprego, falta de apoio e de ajudas técnicas, existência de barreiras arquitectónicas e sobrecarga do cuidador.
ABSTRACT Introduction: Although aging is not synonymous with illness and dependency, the process enhances the progressive limitation of the capabilities of the individual to meet daily living activities with autonomy, leading to greater need for informal and / or formal support. Objectives: To identify the functional independence of the participants and their relation to the socio - demographic, clinical, housing and social support variables; to assess the difficulties of informal caregivers in care when returning home. Method: We opted for a triangulated methodology (quantitative and qualitative) following a descriptive-correlational path, using for this purpose a non-probabilistic sample of convenience consisting of 50 patients admitted in the São Teotónio Hospital , EPE - Viseu, and their informal caregivers. The measuring instruments used were the Barthel Index and a semi-structured interview. Results: The participants are mostly male, with an average age of 73.7 years, married, residing in rural areas. Their qualifications are the 1st cycle of basic education (four years of Primary School) and have a predominance of cerebrovascular diseases. They show moderate dependence at discharge, preferably returning to their own home. Functional independence is significantly influenced by age, educational attainment, place of residence after admission, housing adaptation and formal support. The informal caregiver is mainly the female spouse and daughters, presenting as main difficulties, employment, lack of support and technical assistance, the existence of architectural barriers and caregiver overload.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2666
ISSN: 0871-2379
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