Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/2788
Título: Prevalência de disfunção eréctil numa amostra de professores portugueses
Autor: Pereira, Carlos
Almeida, Cristina
Amaral, Odete
Veiga, Nélio
Duarte, João
Palavras-chave: erectile disfunction
disfunção eréctil
teachers
professores
Portugal
Data: 2013
Editora: SESPAS
Citação: Pereira C, Almeida C, Amaral O, Veiga N, Duarte J. Prevalência de disfunção eréctil numa amostra de professores portugueses. Gac Sanit. 2013;27(5):89-90.
Resumo: Antecedentes/Objetivos: Fatores de natureza psicológica e social e profissional têm sido associados com o aumento da prevalência de disfunção eréctil. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência e os fatores de risco para a disfunção eréctil numa amostra de professores. Métodos: Foi realizado um estudo transversal em dezasseis escolas públicas do distrito de Viseu, Portugal. A recolha de dados foi efetuada com recurso a um questionário auto aplicado, envolvendo uma amostra de 188 professores. Foram excluídos da análise os questioná- rios sem informação para a idade e para a disfunção eréctil. A disfunção eréctil foi avaliada com recurso ao Índice Internacional de Função Eréctil – (IIEF-5) que inclui cinco questões (cujas pontuações globais variam entre 1 e 25) e classificada em 4 categoria: severa (1-7), moderada (8-11), leve a moderada (12-16), leve (17-21) e ausência de disfunção eréctil (22-25). Resultados: A prevalência de algum tipo de disfunção eréctil foi de 70,9%, distribuída de acordo com as seguintes categorias: severa 3,4%; moderada 0,7%; leve a moderada 4,1%; leve 62,8%. Reportando-se aos últimos seis meses, 21,8% dos professores referiram que se sentiam muito satisfeitos com a sua vida sexual; 54,4% referiram sentir-se satis- feitos; 13,4% indiferentes; 7,0% referiram sentir-se insatisfeitos e 3,4% indicou sentir-se muito insatisfeito com a sua vida sexual. A disfunção eréctil associa-se com a idade (< 30 anos 75,0%; 30-35 anos 52,2%; 36-40 anos 51,4%; 41-45 anos 77,8%; 46-50 anos 87,0%; > 50 anos 88,2%; p < 0,01); com a situação profissional (contrato profissionalizante 78,3%; contrato não profissionalizante 66,7%; quadro de zona pedagógica 42,1%; quadro de agrupamento/quadro de escola 75,3%; p = 0,03); com o tempo de serviço na profissão (≤ 20 anos de serviço 66,7%; > 20 anos de serviço 84,1%; p = 0,03) e com o consumo de álcool (sim 83,7%; não 64,6%; p = 0,02). Não se encontrou associação com o estado civil, o IMC, a acumulação de funções noutra instituição, o horário de trabalho, o tabagismo com a insónia e a sintomatologia depressiva. A prevalência de uso de medicação para ajudar a manter a ereção foi de 2,6% durante a vida e 2,0% no último mês. Conclusiones: Encontrámos uma elevada prevalência de disfunção eréctil entre professores. Esta condição associou-se a fatores de natureza pessoal e profissional.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2788
Versão do Editor: http://gacetasanitaria.org/es/vol-27-num-sc2/sumario/X0213911113X65133/
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