Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/2856
Título: Restrição alimentar em estudantes de enfermagem
Autor: Martins, Liliana Filipa Lima
Orientador: Chaves, Cláudia Margarida Correia Balula
Duarte, João Carvalho
Palavras-chave: Ansiedade
Comportamento alimentar
Depressão
Dieta
Estudantes de enfermagem
Stresse psicológico
Anxiety
Depression
Diet
Feeding behavior
Stress, psychological
Students, nursing
Data de Defesa: 31-Dez-2014
Resumo: Enquadramento – A restrição alimentar pode ser um comportamento manifesto nos estu-dantes do ensino superior, como resultado inerente à vida universitária. Objetivos - Verificar se as variáveis sociodemográficas, antropométrica, académicas, con-textual e psicológicas interferem na restrição alimentar dos estudantes de enfermagem. Material e Método – Estudo quantitativo, transversal, descritivo e correlacional. Recorreu-se ao questionário de caracterização sociodemográfica e académica, e às Escalas de Restrição Alimentar (Silva & Urzúa-Morale, 2010); de Ansiedade Depressão e Stress (Pais Ribeiro, 2004); Sonolência de Epworth (Santos, Ferreira & Moutinho, 2001), e Inventário de Persona-lidade de Eysenck (Silva et al., 1995). A amostra é não probabilística por conveniência, com 403 estudantes de enfermagem. Resultados – Dos 403 estudantes, 86% são do género feminino, 27.5% frequentam o 4º ano (média de idades de 23.61 anos), 86.1% são solteiros, 59.1% residem na cidade, 53.8% coabitam com os familiares, 74.4% não possuem atividade remunerada e não recebe bolsa. As variáveis sociodemográficas que interferiram na restrição alimentar foram o género, a idade, o ano que está inscrito, o estado civil e a coabitação. A depressão estabeleceu uma relação direta com a preocupação com a dieta. A idade foi preditora da flutuação de peso e do total da restrição alimentar, sugerindo que quanto mais velhos maior é a preocupação com a flutuação do peso e com a restrição alimentar. As mulheres tendem a preocupar-se mais com questões de dieta e os homens com a flutuação de peso. Conclusão: A restrição alimentar está presente nos estudantes de enfermagem e carece de intervenção.
Abstract Background - The alimentary restraint may be an overt behavior in higher education stu-dents as a result inherent in university life. Objectives - Ensure that the sociodemographic, anthropometric, academic, contextual and psychological variables interfere in the alimentary restraint of nursing students. Material and Methods - The study is quantitative, cross-sectional, descriptive and correla-tional. Appealed to the questionnaire of sociodemographic and academic characterization, and Food Restriction Scale (Silva & Urzúa-Morale, 2010); Anxiety Depression and Stress English version of Pais Ribeiro (2004); of Epworth Sleepiness (Santos Ferreira & Moutinho, 2001), and the Eysenck Personality Inventory short version (Silva et al., 1995). The sample is not probabilistic convenience, with 403 nursing students. Results - Of the 403 students, 86% were female, 27.5% attend the 4th year (mean age of 23.61 years), 86.1% were single, 59.1% live in the city, 53.8% live with their family, 74.4% did not have a paid job and does not receive scholarship. The sociodemographic variables that interfere with food restriction were gender, age, the year that is inscribed, marital status and cohabitation. Depression established a direct relationship with the concern with diet. The age was a predictor of fluctuating weight and total alimentary restraint, suggesting that the older the greater the concern with the fluctuation of weight and alimentary restraint. Women tend to be more concerned with diet issues and men with weight fluctuation. Conclusion: The alimentary restraint is present in nursing students and needs intervention.
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/2856
Designação: Mestrado em Enfermagem Comunitária
Aparece nas colecções:ESSV - UESPFC - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)

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