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dc.contributor.authorMartins, Vítor Manuel Tavares-
dc.date.accessioned2011-01-31T13:18:44Z-
dc.date.available2011-01-31T13:18:44Z-
dc.date.issued2004-06-
dc.identifier.issn1647-662X-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.19/570-
dc.description.abstractHouve tempos em que se entendeu que a expressão da criatividade estava ligada a musas inspiradoras, a "um estado místico de receptividade, a algum tipo de mensagem proveniente de entidades divinas" (Alencar, 1991). Identificava-se o criador com o louco, pois a criação tinha natureza irracional ou involuntária e o trabalho criativo era visto como uma “tentativa de compensar desajustamentos ou como uma entre outras formas de expressão de conflitos inconscientes" (Alencar, 1991). As pesquisas de White, de Harlow e de outros investigadores do Laboratório de Primatas da Universidade de Wisconsin contribuíram para a mudança na concepção do ser humano, abrindo passagem do ser passivo, acomodativo ou apenas reactivo para o homem interpelativo, curioso, explorador. Esta perspectiva interagiu com novas formas de idealizar o próprio intelecto. "Conforme lembra Getzels e Csikszentmihalyi (1975), um dos grandes obstáculos à emergência da criatividade como uma área autónoma de estudo, na primeira metade deste século, foi o domínio de um determinado conceito de inteligência, apoiado no reconhecimento do valor dos testes construídos para a sua medida. Naquele período, o conceito de inteligência ligado à capacidade ou aptidão mental predominou. Se a inteligência se aplicava a qualquer pessoa, a criatividade era vista como prerrogativa de alguns poucos privilegiados" (Alencar, 1991). Guilford lançou as bases, com o seu modelo multidimensional da estrutura do intelecto, de novas formas de relacionar inteligência e criatividade e de posicionar cada uma delas no próprio ser humano. Por exemplo, viu nas categorias pensamento divergente (que inclui habilidades para gerar múltiplas respostas para um estímulo ou questão) e transformações (que incluem habilidades para produzir redefinições, revisões e outros tipos de mudanças na informação) ligações óbvias à criatividade, embora considerasse também outros factores ao longo do processo criador (Guilford, 1967).por
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Politécnico de Viseupor
dc.relation.ispartofseries29;-
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCriatividadepor
dc.subjectSociedadepor
dc.titleDa “sociedade da criação” à “escola da criação” ou de como é urgente a criatividade na nossa escola breves notaspor
dc.typearticlepor
dc.peerreviewedyespor
degois.publication.firstPage313por
degois.publication.lastPage318por
degois.publication.locationViseupor
degois.publication.titleMilleniumpor
Aparece nas colecções:RE - Número 29 - Junho de 2004

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