Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/629
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dc.contributor.authorSaraiva, Dinis Augusto-
dc.date.accessioned2011-01-31T20:17:16Z-
dc.date.available2011-01-31T20:17:16Z-
dc.date.issued2002-01-
dc.identifier.issn1647-662X-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.19/629-
dc.description.abstractNa proximidade do século XXI, a Escola Portuguesa vive momentos de incerteza, de preocupação e desafio face ao futuro. Estamos perante uma sociedade que não se compadece com uma escola parada no tempo, mas, sim, exige uma escola activa, dinâmica e aberta ao meio. Pretende-se uma escola que desenvolva uma cultura de participação1, que saiba partilhar a educação com a família (principal entidade, responsável pela educação), com os trabalhadores não docentes, com a comunidade envolvente e assim todos possam contribuir para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, tornando-os cidadãos mais responsáveis e livres na sociedade. É este tipo de escola que é preconizada pela Lei de Bases (Lei nº46 / 86, de 14 de Outubro) e que exige uma mudança do Sistema Tradicional de Ensino. Por isso, a escola de hoje exige novas posturas, novas responsabilidades de todos os que nela intervêm e contribuem para uma melhoria do ensino, quer sejam professores, pais ou outros. Mas, o papel do professor, como principal impulsionador e dinamizador, é e será determinante para o sucesso de qualquer reforma do sistema educativo. O professor assume o papel primordial de dinamizador de participação e de mobilização de todos os outros intervenientes, no sentido de os levar a darem o seu contributo e a assumirem a sua cota parte de responsabilidade na educação, para que a escola possa realizar os seus objectivos. A escola é um local onde se trocam experiências, onde todos os que aí participam vivem um pouco ou grande parte da sua vida. Por isso, é imprescindível que cada um se sinta parte integrante dela. Assim, abordaremos a escola como um espaço de interacção, bem como as formas de participação dos seus intervenientes. Porque compreender a acção dos que fazem a escola leva-nos a conhecer os estatutos de cada membro e os papéis a eles associados, as normas organizacionais que orientam a interacção e o contributo de cada um para a prossecução das actividades. É na conjugação destes factores que se definem as formas de cada um estar na escola.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Politécnico de Viseupor
dc.relation.ispartofseries25;-
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectProfessorespor
dc.subjectEscolapor
dc.titleParticipação dos professores na escolapor
dc.typearticlepor
dc.peerreviewedyespor
degois.publication.locationViseupor
degois.publication.titleMilleniumpor
Aparece nas colecções:RE - Número 25 - Janeiro de 2002

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