Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.19/756
Título: Linhas de coesão em " A Morgada de Romariz",de Camilo Castelo Branco
Autor: Sousa, Martim de Gouveia e
Palavras-chave: Literatura Portuguesa
Análise Literária
Data: Out-1997
Editora: Instituto Politécnico de Viseu
Relatório da Série N.º: 8;
Resumo: Na literatura, como nas restantes artes, estamos em crer que nada se perde. Ao contrário, tudo significa. Daí, e para que uma melhor dilucidação se efectue, ser necessário observarmos o que se nos depara, no exterior e no interior. Um simples vocábulo pode empecer a decodificação do texto literário, para tal bastando lembrar a consabida "norma" de que só chegará à literariedade quem conquistar a literalidade. Assim, e acertando pela terminologia kristeviana, poderemos dizer que o fenotexto (estrutura de superfície) e o genotexto (estrutura profunda) de um qualquer exemplar literário mantêm entre si uma relação indissociável e programática. A coesão de um texto, entendendo-se aqui este último como uma tessitura semiótica e linguística, é um facto inalienável, por mais longe que nos sintamos da sua com- preensão. A leitura, por seu lado, e um tanto na esteira da estética da recepção, é ela própria uma tentativa de construção de uma coesão textual .
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/756
ISSN: 1647-662X
Aparece nas colecções:RE - Número 08 - Outubro de 1997

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