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Título: Do grego antigo ao português contemporâneo: o sortilégio da língua e a epifania da cultura
Autor: Cardoso, Luís Miguel Oliveira de Barros
Palavras-chave: Língua
Cultura
Data: Jan-1998
Editora: Instituto Politécnico de Viseu
Relatório da Série N.º: 9;
Resumo: Quando Martin Heidegger publica o decisivo Sein und Zeit (Ser e Tempo), em 1927, na revista de Husserl Jahrbuch f. Phil. Und phänomelog. Forschung, afirma-se, acima de tudo, um esforço singular para libertar das garras aduncas do esquecimento a questão do ser, num gesto titânico e prometeico do próprio pensamento. O centro da reflexão de Heidegger é o homem e o sentido do ser, o modo como aparece a si mesmo e se revela como passo na caminhada para a compreensão do ser em geral. Assim, o filósofo utiliza o método fenomenológico de modo a analisar a ontologia fundamental a fim de descobrir as estruturas ontológicas do Dasein (ser - aí). Por outro lado, há que pensar as relações entre o homem e o mundo pois ele é um ser-no-mundo (In - der - Welt - sein) constituindo este um verdadeiro horizonte a partir do qual reflecte e compreende as coisas e a si próprio.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.19/767
ISSN: 1647-662X
Aparece nas colecções:RE - Número 09 - Janeiro de 1998
ESTGV - DG - Artigos publicados em revista científica

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