Ramalho, Henrique2026-04-212026-04-212025978-65-85105-42-2http://hdl.handle.net/10400.19/9883O presente ensaio debruça-se sobre a análise e compreensão da relação entre a planificação social, a escola e a ação docente no que concerne aos processos de desenvolvimento e gestão do currículo escolar. São convocados distintos aportes concetuais, designadamente, a (re)concetualização da teoria curricular entre feições tecnocratas e alinhamentos progressistas, onde são discutidas e analisadas as interseções teóricas e concetuais suscetíveis de confrontar entre as feições tecnocratas/neoconservadoras e os alinhamentos progressistas. A análise culmina com a mobilização do discurso oficial da autonomia e flexibilidade curricular em vigência no contexto português, discutindo e analisando as possibilidades de (re)concetualização da teoria curricular. Sinalizamos uma epistemologia curricular que tende a ressituar o professor na condição de “intelectual orgânico”, em detrimento da condição de “intelectual transformador crítico, acabando por surtir a relativização da expressão “Autonomia e flexibilidade curricular”, por a considerar um dos fenómenos de ressemantização mais relevante praticada pelo legislador.porCurrículoSociedadeEscola. Professores. Flexibilidade e autonomia curricularCurrículo, Sociedade, Escola e Professores: Contributos para a (Re)Concetualização da Teoria Curricularbook part2026-04-20cv-prod-4624781