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Qualidade do Ambiente Interior em Edifícios de Habitação
| dc.contributor.author | Pinto, Manuel | |
| dc.contributor.author | Viegas, João | |
| dc.contributor.author | Freitas, Vasco | |
| dc.date.accessioned | 2011-01-28T16:54:20Z | |
| dc.date.available | 2011-01-28T16:54:20Z | |
| dc.date.issued | 2007 | |
| dc.description.abstract | Fazia parte dos hábitos quotidianos dos portugueses a necessidade de abrir janelas para proceder à ventilação dos edifícios. Contudo, as preocupações com os consumos de energia, as alterações do modo de vida das pessoas (as famílias encontram-se ausentes da habitação durante grande parte do dia) e a utilização de caixilharias de melhor qualidade, com menor permeabilidade ao ar, conduziram à diminuição drástica das renovações horárias de ar aumentando o risco de condensações, bem como reduziram a qualidade do ar interior. A humidade é uma das principais causas das patologias dos edifícios e da degradação dos elementos de construção, nomeadamente através dos fenómenos de condensação. Frequentemente as condensações resultam de uma concepção inadequada da envolvente: incorrecto tratamento das pontes térmicas, insuficiente isolamento térmico, ventilação reduzida e não homogénea dos espaços das habitações e aquecimento muitas vezes insuficiente ou inexistente. O ambiente interior dos edifícios é contaminado por substâncias que resultam da utilização corrente desses espaços ou que são emanadas pelos materiais que integram os edifícios (admitindo que o ar exterior não é fonte de poluição). Essas substâncias, dependendo das suas características e da sua concentração, podem ter efeitos sobre o bem-estar dos ocupantes, que vão desde a sensação ligeira de mal-estar, originar doenças graves ou mesmo a morte, como no caso de intoxicações por monóxido de carbono. A publicação da recente regulamentação portuguesa na área da térmica de edifícios e qualidade do ar na qual são definidas condições de referência da temperatura do ar e da humidade relativa, valores mínimos de renovações horárias, coeficientes de transmissão térmica máximos admissíveis dos elementos da envolvente e valores máximos das concentrações de poluentes do ar interior, veio incrementar, por exemplo, os níveis de exigência relativamente ao comportamento higrotérmico da envolvente dos edifícios e as condições de ventilação do ar interior. Pretende-se com este artigo enfatizar que só uma visão integradora da temática em causa - comportamento higrotérmico e qualidade do ar - poderá contribuir para a resolução dos problemas anteriormente referidos. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.19/549 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.subject | Habitação | por |
| dc.subject | Qualidade do Ar Interior | por |
| dc.subject | Ventilação | por |
| dc.subject | Condensações | por |
| dc.subject | Conforto | por |
| dc.title | Qualidade do Ambiente Interior em Edifícios de Habitação | por |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.issue | 37 | por |
| oaire.citation.title | Engenharia e Vida | por |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | article | por |
