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Heteróclise e Polimorfismo da Cultura Portuguesa no Séc. XVIII

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A 22 de Outubro de 1689, a cidade ulissiponense vê nascer o filho de D. Pedro II e de D. Maria Sofia Isabel de Neubourg, D. João Francisco António José Bento Bernardo. O reinado do Magnânimo (1706-1750) mereceu interpretações e juízos diversos que oscilam entre o encómio e a reprovação, principalmente se recordarmos o comportamento pessoal do monarca, nada abonatório para a sua imagem moral, e as suas opções nacionais que resvalaram para a dissipação dos recursos salomónicos em ouro e diamantes provenientes do Brasil. D. João V urdiu a sua acção governativa entretecendo algumas directrizes basilares: equidistância face aos conflitos europeus, preferindo a neutralidade como garante do Império e da navegação; incremento de uma política visando aumentar o prestígio nacional junto da Santa Sé, Inglaterra, Áustria, França e Espanha; valorização do nome de Portugal no estrangeiro; centralização e reforço do poder do rei; política de mecenato nas artes e nas letras e investimento no património arquitectónico como manifestações do esplendor régio à luz do Barroco, verdadeira tradução estética de um poder absoluto.

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Palavras-chave

Cultura Portuguesa Heteróclise Polimorfismo

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Instituto Politécnico de Viseu

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