Percorrer por autor "Gomes, Marta Filipa Mendonça"
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- Alienação Parental: Quando Pais e Crianças Necessitam de AjudaPublication . Gomes, Marta Filipa Mendonça; Pereira, Marina Vanessa Cardoso; Jales Ribeiro, EsperançaAs transformações sociais que têm levado à modificação da estrutura familiar, também têm, entre outras, estado associadas ao aumento de divórcios e às dificuldades dos pais em exercerem as suas responsabilidades parentais. Neste contexto, surgem problemas específicos, como é o caso da alienação parental, onde um dos progenitores, através de estratégias e manobras manipuladoras, denegrindo a imagem do outro, o procura excluir da vida do filho, destruindo o vínculo entre este a criança. Estas ações culminam muitas vezes em denúncias falsas de maus-tratos que tornam ainda mais relevante a sensibilização para esta problemática. Neste artigo situar-se-á o conceito de alienação parental, bem como as causas, manifestações e efeitos associados à sua prática.
- Negligência afetiva e parentalidade : contributo(s) de pais e crianças para a elaboração de um programa de prevenção do risco na infânciaPublication . Gomes, Marta Filipa Mendonça; Ribeiro, Esperança JalesA família é o primeiro grupo social e a primeira forma de relação social da criança. Assim, delega-se nesta um papel central no desenvolvimento do menor visto que o relacionamento familiar tem o papel central de construir o autoconceito e a autoestima, além de ter um impacto muito significativo nos seus comportamentos sociais, éticos, morais e cívicos. Numa organização familiar saudável os pais devem apresentar estilos parentais baseados no uso de atitudes positivas, assegurando assim as condições ideais ao desenvolvimento dos filhos. Se estas condições não se observarem, isto é, se não forem proporcionados à criança cuidados básicos, equilíbrio emocional e amor e, havendo recursos e possibilidades dos pais para o fazerem, estamos então perante uma situação de negligência (Monteiro, 2010). Este projeto surgiu da necessidade de compreender quais as representações que pais e crianças têm acerca da relação paterno-filial que estabelecem entre si ao nível dos estilos e das práticas parentais através da Escala de Estilos Parentais (Arnold, O’Leary, Wolff & Acker, 1993). Para isso recorremos a um grupo de 24 encarregados de educação e respetivos filhos de 4/5 anos que foram entendidos como participantes ativos no processo de investigação. Houve ainda a oportunidade de desenvolver uma adaptação pictográfica e do vocabulário da subescala utilizada ajustando-a às idades das crianças em causa. Os resultados apontam para alguns desfasamentos entre as representações dos pais relativamente às dos filhos. Os contributos obtidos, sustentam, por sua vez, a elaboração de um programa de prevenção do risco na infância.
