Percorrer por autor "Martinho, Ana"
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- O impacto da inovação na rendibilidade empresarial. O caso do setor têxtil portuguêsPublication . Pinto, António; Henriques, Carla; Martinho, AnaEste estudo tem como principal objetivo analisar o contributo da inovação para a rendibilidade empresarial no setor têxtil português. A inovação constitui-se um elemento-chave para a melhoria do desempenho das empresas, na medida em que permite agregar valor aos produtos/serviços, diferenciá-los, melhorar processos e aceder a novos conhecimentos e mercados. Para o estudo, recolheram-se dados do Inquérito Comunitário à Inovação de 2008 (CIS) e do Sistema de Análise de Balanços Ibéricos (SABI). A análise dos dados envolveu técnicas de análise univariada e multivariada (análise fatorial, regressão linear e regressão logística). A realização do presente estudo sugere que as empresas inovadoras apresentam maior rendibilidade. Constatou-se também que quanto maior é a dimensão da empresa e a relevância dos mercados externos no seu volume de negócios, maior é a propensão para inovar.
- Inovação e rendibilidade no setor têxtil portuguêsPublication . Pinto, António; Henriques, Carla; Martinho, AnaA inovação é reconhecidamente um fator determinante para o bom desempenho, rendibilidade e crescimento empresarial. Neste trabalho centramo-nos no setor têxtil português, com o objetivo de investigar o efeito da inovação na rendibilidade empresarial das empresas deste setor. Os dados foram recolhidos através do inquérito Comunitário à Inovação de 2008 – CIS (Community Innovation Survey) e da base de dados do Sistema de Análise de Balanços Ibérios (SABI). Constituíram a nossa amostra 418 empresas do setor têxtil português, das quais 34.7% apresentavam estratégias de inovação, sendo consideradas para este estudo como empresas inovadoras. Verificou-se que as empresas inovadoras têm rendibilidade significativamente superior, comprovando-se, mais uma vez, o importante papel da inovação no desempenho da empresa. Registou-se também uma propensão para inovar significativamente maior nas empresas de maior dimensão e nas empresas que têm mercados mais alargados (e.g., entre as empresas que não exportam a percentagem de empresas que inovam é de 22%, crescendo para 43% no grupo das que exportam). Para as empresas que inovam, identificaram-se alguns atributos associados à rendibilidade.
