Percorrer por autor "Sousa, Bárbara"
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- Older Adults’ Participation in VIAS’ Mobile App DesignPublication . Gomes, Cristina Azevedo; Ferreira, Sónia; Sousa, BárbaraThe literature is consensual when it tells us that the choice of the intergenerational approach brings significant advantages, both for the youngest, the oldest and even for the technological products under development. Given this reality, this article describes some of the intergenerational workshops developed within the ViseuInterAgeStories Project (VIAS), although with a special focus on the participation of the elderly. VIAS promotes collaboration between children and the elderly in the creation of georeferenced stories in a mobile application while touring places of culture, heritage and a natural interest in the city of Viseu. To do so, they can publish local images, texts or audios or access stories already shared by other users, creating a city identity network. The project followed a Participatory Design approach, involving children and older adults during intergenerational dynamics and practices and to co-design the app. The results reveal the appreciation of the city’s history by the seniors and the importance of thematic categorization in the organization of the mobile application. Thus the App integrates georeferenced historical information. Even assuming difficulties in using the technology, participants built meaningful ideas of what they wanted and could get from it. Intergenerational experience and the co-design process have revealed positive implications for self-esteem and satisfaction among older people.
- Smartcity lab for kids e o pensamento computacional criativoPublication . Gomes, Cristina Azevedo; Gomes, Helena Margarida dos Santos Vasconcelos; Ribeiro, António Augusto Gaspar; Rego, Belmiro; Pacheco Figueiredo, Maria; Miranda-Pinto, S. M; Morais, Nídia Salomé; Rito, P. N.; Sousa, Bárbara; Loureiro, Manuela; Rocha, PedroA criação sempre foi uma atividade humana permanente. Criar com criatividade tornou-se uma tarefa fundamental numa altura em que existem tantas ideias, tanto desenvolvimento, tanta tecnologia e acentuada evolução ao nível da inteligência artificial. Desenvolver o pensamento computacional nos primeiros anos de escolaridade tem surgido como uma atividade emergente, uma vez que é reconhecidamente uma forma de potenciar aprendizagens integradas, contextualizadas e ativas, baseadas na resolução de problemas e em projetos transdisciplinares. O pensamento computacional nos primeiros anos pode ser desenvolvido como base em três grandes ideias: o construcionismo, onde são valorizadas as aprendizagens das crianças, a partir do desenvolvimento de produtos pelas próprias crianças; a computação criativa através da qual se desenvolvem relações entre as vivências das crianças e a computação, com base na sua criatividade, na sua imaginação e nos seus interesses; a ideia de Project Based Learning, que contextualiza a aprendizagem das crianças na resolução de problemas reais e significativos onde as crianças são convidadas a definir os problemas e a projetar, experimentar e comunicar diferentes raciocínios e soluções. Os contextos assumem um papel preponderante na promoção de aprendizagens significativas realçando-se aqueles que potenciam o diálogo entre a escola e a comunidade e que, dessa forma, contrariam a ideia de que a tecnologia fecha os alunos no espaço das salas de aulas. Aprender a programar e programar para aprender é o desafio lançado a algumas turmas do 1.º CEB dos 5 agrupamentos de escolas de Viseu, tendo como base o tema criativo de smartcity enquanto mobilizador de abordagens transdisciplinares com tecnologia. Neste projeto, os alunos são desafiados a pensar Viseu como uma smartcity e a desenvolver ideias e soluções representadas a partir da programação e da robótica. Pretende-se explorar processos de aprendizagem criativa, contextualizada e significativa, dando à cidade uma visão criativa sobre o seu desenvolvimento. Nesta comunicação é apresentado o projeto “smartcity lab for kids”, que resulta de uma parceria entre a ESEV e o município de Viseu, e são discutidas algumas das abordagens e estratégias desenvolvidas com crianças dos 3.º e 4.º anos do 1.º CEB.
