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- Práticas de Ensino Supervisionadas em Educação PréEscolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico e importância da creche na transição para o Jardim de InfânciaPublication . Rodrigues, Sandra Isabel Pais; Ribeiro, Esperança JalesO presente Relatório Final de Estágio aqui apresentado insere-se no âmbito do relatório de estágio da Unidade Curricular “Prática Supervisionada em Educação PréEscolar”, para a obtenção do grau de mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Na primeira parte deste trabalho apresenta-se o enquadramento teórico do estudo realizado, com a respetiva reflexão sobre a Prática Supervisionada em Educação Pré-Escolar em ambos os níveis de ensino. Na segunda parte tem lugar o enquadramento teórico do estudo realizado e na terceira parte o estudo investigativo. Atualmente considera-se que a Creche desempenha um importante papel no desenvolvimento da criança. A transição da Creche para o Jardim de Infância pode ser desafiadora, pois compreende um novo ambiente, novas pessoas e novas experiências. A Creche atua como uma “almofada” nesse processo, auxiliando as crianças a familiarizarem-se com o conceito de escola e a desenvolver a confiança necessária para o seu novo passo, no percurso escolar. Este estudo procurou analisar em que medida a frequência da creche contribui para a adaptação da criança ao contexto do jardim-deinfância e, deste modo, investigar se a creche é (ou não) um meio adequado para promover o desenvolvimento social da criança. Assim, procedeu-se à realização de um estudo de caso, integrando crianças que frequentam pela primeira vez o jardim de infância, sendo que apenas duas frequentaram a creche. A informação foi obtida através do recurso a diferentes técnicas e instrumentos de recolha de dados (Observação, Escala de Envolvimento da Criança, (Laevers, 1994) e entrevista semiestruturada. Esta investigação revelou, de forma evidente, que a frequência da creche e a adaptação ao jardim de infância é uma experiência acompanhada sempre por uma enorme complexidade de condições e variáveis. A análise de dados aponta para a possibilidade da creche ter um papel importante no desenvolvimento social das crianças que a frequentaram, contudo se salvaguardadas determinadas condições relativas ao ambiente educativo, em contexto familiar, a criança pode ver assegurado o seu potencial de desenvolvimento. Já no respeitante à transição para o Jardim de Infância os dados indicam que está mais facilitada no caso das crianças que antes frequentaram a creche. São ainda apresentadas algumas limitações do estudo e finalmente algumas reflexões para a prática profissional.
- Assessing Q Fever Exposure in Veterinary Professionals: A Study on Seroprevalence and Awareness in Portugal, 2024Publication . Guilherme Moreira; Mário Ribeiro; Miguel Martins; José Maria Cardoso; Esteves, Fernando; Sofia Anastácio; Sofia Duarte; Vala Correia, Helena Maria; Cruz, Rita; Mesquita, João R.Due to their frequent contact with animals, veterinarians may be at preferential risk of Coxiella burnetii exposure due to occupational contact with livestock. This study assesses the seroprevalence and risk factors associated with C. burnetii seropositivity in Portuguese veterinarians. A cross-sectional study compared IgG anti-C. burnetii in veterinarians’ sera to a demographically matched control group. Univariate and multivariate logistic regression analyses evaluated associations between the demographic, occupational, and biosecurity factors and seropositivity. Seroprevalence among veterinarians was 33.7%, significantly higher (p = 0.0023) than in the controls (17.39%). Univariate analysis identified higher seropositivity in the northern region (p = 0.03), though this association was not significant after adjustment (p = 0.07). Protective measures, including isolating aborting animals from the rest of the herd (adjusted OR [aOR]: 0.35, p = 0.03) and wearing gloves during sample collection (OR: 0.28, p = 0.009), were significantly associated with lower infection risk. Veterinarians face increased C. burnetii exposure, but specific biosecurity practices reduce risk. Strengthening preventive measures, including personal protective equipment (PPE) use and biosecurity training, is essential to mitigate occupational and public health risks. Further research should explore vaccination strategies and molecular epidemiology to improve risk reduction efforts.
