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- Enfermagem de saúde familiar e gestão terapêutica da DPOC : Capacitação da família no autocuidado da pessoa doentePublication . Seixas, Eunice José Carvalho Nogueira de; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eA família, enquanto sistema dinâmico e complexo, passa por diversas transições ao longo do seu ciclo vital. A transição saúde – doença representa um dos maiores desafios, podendo comprometer o equilíbrio e o funcionamento familiar. A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica constitui um dos principais desafios de saúde pública a nível global. Esta patologia afeta não só a qualidade de vida da pessoa doente, mas também a dinâmica familiar. O estudo tem como objetivos avaliar as famílias com membros portadores de DPOC; intervir nas famílias como unidade de cuidados, no que respeita às necessidades de gestão terapêutica identificadas; avaliar os ganhos em saúde para as famílias. A metodologia assenta numa abordagem qualitativa, recorrendo ao método de estudo de casos múltiplos, ao processo de enfermagem e ao MDAIF como referencial teórico. Foram realizadas cinco entrevistas a cada uma das famílias em estudo (quatro) para colheita de dados e respetivas intervenções de enfermagem. Foram cumpridos todos os procedimentos éticos. Resultados: As famílias em estudo apresentavam conhecimento não demonstrado na técnica inalatória. Após intervenção com base na capacitação do membro portador de DPOC e família verificou-se uma mudança no status. Obtiveram-se ganhos em saúde, nomeadamente na participação da família na administração da medicação inalatória e nas dinâmicas familiares. Conclusões: O MDAIF revelou-se um excelente instrumento de trabalho, permitindo sistematizar e orientar os cuidados de enfermagem à família. A abordagem sistémica da família revelou-se significativa, permitindo identificar necessidades familiares e desenvolver intervenções de capacitação, que impulsionaram mudanças positivas. Palavras-Chave: Enfermagem Familiar, Saúde da Família, Autocuidado, Cuidados de Saúde Primários
- Perceção dos professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico face à inclusão de Alunos com Necessidades de Saúde Especiais (NSE)Publication . Gomes, Susana Isabel Augusta; Cardoso, Ana Paula; Lacerda, CarlaO Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão enquanto processo que visa dar resposta à diversidade. Partindo desse pressuposto, surgem desafios que se colocam às escolas enquanto instituições educativas, aos professores enquanto agentes de mudança e atores estratégicos de todo o processo e aos demais profissionais que atuam na área da educação (Correia, 2008). Neste sentido, desenvolveu-se o presente estudo com o objetivo de compreender a perceção dos professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico face à inclusão de alunos com Necessidades de Saúde Especiais nas suas turmas. Foi realizada uma investigação de natureza quantitativa, com recurso ao inquérito por questionário dirigido aos professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico, de um concelho da região centro interior de Portugal. A amostra por conveniência contou com o envolvimento de 32 participantes. Os dados obtidos permitem concluir que os professores inquiridos avaliam o seu grau de conhecimento como elevado face ao referido decreto, encaram a inclusão como benéfica para todos os alunos, apesar da exigência das respostas à diversidade e à diferenciação pedagógica. Destacam a falta de recursos, o número elevado de alunos por turma e as falhas na formação dos professores como as principais dificuldades na implementação de uma escola inclusiva. Contudo, os professores acreditam no processo e consideram-se, na sua maioria, professores inclusivos.
