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Publicação

Especificidade do teste de provocação na Síndrome de Brugada: a queda de um mito

dc.contributor.authorSantos, Luis
dc.contributor.authorFaria, Rita
dc.contributor.authorCorreia, Emanuel
dc.contributor.authorRodrigues, Bruno
dc.contributor.authorMoreira, Davide
dc.contributor.authorNunes, Luis
dc.contributor.authorCosta, António
dc.contributor.authorCarvalho, José
dc.contributor.authorMachado, José
dc.contributor.authorCastedo, sérgio
dc.contributor.authorHenriques, Carla
dc.contributor.authorMatos, Ana
dc.contributor.authorSantos, Jorge
dc.date.accessioned2014-12-29T11:04:45Z
dc.date.available2014-12-29T11:04:45Z
dc.date.issued2010-02
dc.description.abstractO rastreio de familiares de doentes com Síndrome de Brugada (SB) com ECG basal não diagnóstico deve incluir o teste de provocação farmacológica e se for induzido o padrão de repolarização do tipo 1 o diagnóstico é concluído sem mais corroboração. Este teste é realizado com o pressuposto de não existirem falsos positivos mas a verdadeira especificidade é desconhecida.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.19/2494
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.subjectSíndrome de Brugadapor
dc.titleEspecificidade do teste de provocação na Síndrome de Brugada: a queda de um mitopor
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
oaire.citation.titleLisbon Arrhythmia Meeting 2010por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typeconferenceObjectpor

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