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Das representações de engenharia social da Belle Époque às práticas actuais de eugenia na identificação de patologias

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Resumo(s)

Na História da Medicina em Portugal, durante a Belle Époque, as práticas médicas de engenharia social estudaram a personalidade e estabeleceram tendências constitucionais dos delinquentes com base na ciência, para assim explicar a génese do crime. Apesar de a credibilidade (nas psicoscopias e psicometrias dos delinquentes) estabelecer prognósticos de conduta, o estudo da personalidade criminal não é tão simples e constante nem inspira tão confiantes certezas. Independentemente do emprego dos mais categorizados e idóneos testes ou provas, essas possibilidades são, por vezes, modestas e limitadas, porque ocorrem deficiências, insucessos de prognóstico e diagnóstico. Na Medicina, Antropologia Social e Criminal, Psicologia, Direito, Biologia Criminal ou Criminologia, os delinquentes eram objecto de preocupações periciais e científicas, ao mesmo tempo que a ciência servia interesses higienistas na organização social.

Descrição

Palavras-chave

Nomos engenharia social ética patologia

Contexto Educativo

Citação

Barroso, Paulo M.Das representações de engenharia social da Belle Époque às práticas actuais de eugenia na identificação de patologias, Trabalho apresentado em 7.º Seminário de Bioética da Escola Superior de Saúde de Viseu, In Livro de Atas do 7.º Seminário de Bioética da Escola Superior de Saúde de Viseu, Viseu, 2015.

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