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Publicação

"Locais onde me sinto bem”: perspetivas de pessoas Mais velhas a residir em estruturas residenciais Coletivas

dc.contributor.authorAraújo, Lia
dc.contributor.authorAmante, Maria João
dc.date.accessioned2026-04-20T13:26:46Z
dc.date.available2026-04-20T13:26:46Z
dc.date.issued2025en_US
dc.date.updated2026-04-18T06:16:45Z
dc.description.abstractIr viver para uma estrutura residencial pode constituir uma mudança de vida significativa, sendo a perda do ambiente de casa um dos fatores mais associado à resistência em relação à institucionalização. Diversos estudos baseados no modelo ecológico de envelhecimento humano têm vindo a demonstrar a importância do ambiente físico no funcionamento físico, cognitivo, afetivo e social das pessoas mais velhas (Lawton & Nahemov, 1973). Este estudo teve como objetivo identificar os locais em estrutura residencial onde as pessoas se sentem bem, através de uma adaptação da metodologia photovoice, em que as pessoas capturaram individualmente e apresentaram em grupo fotografias para demonstrar os locais onde se sentem. Participaram neste estudo 23 pessoas com idades entre os 61 e os 99 anos (média de 82.7), a maioria do sexo feminino (15), viúvos (15) e com baixa escolaridade (12 não andaram na escola). A análise qualitativa 61 fotografias e respetivas narrativas permitiu obter as seguintes categorias acerca de locais onde as pessoas se sentem bem: santuários e oratórios (13), jardins exteriores (13), sala de estar e de convívio (11), quarto (10), espaços internos com vasos (5), varanda (2), espaço público circundante (2), museu interno (1), biblioteca interna (1), refeitório (1), ginásio interno (1) e carrinha de transporte (1). “LOCAIS ONDE ME SINTO BEM”: PERSPETIVAS DE PESSOAS MAIS VELHAS A RESIDIR EM ESTRUTURAS RESIDENCIAIS COLETIVAS As justificações apresentadas pelos próprios prendem-se com as funções de significado pessoal, privacidade, convívio e estimulação que estes espaços permitem. Estes dados vão ao encontro da literatura sobre a importância do ambiente físico, natural e social para a qualidade de vida e bem-estar das pessoas mais velhas (Chaudhury et al., 2013). A metodologia utilizada, com recurso à fotografia, mostrou ser uma mais-valia para alcançar informação sobre as preferências das pessoas mais velhas, neste caso em concreto sobre espaços, informações essas que são cruciais numa abordagem centrada na pessoa.por
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.slugcv-prod-5018776
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.19/9861
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.rights.uriN/A
dc.subjectERPI
dc.subjectespaço físico
dc.subjectFotovoz
dc.title"Locais onde me sinto bem”: perspetivas de pessoas Mais velhas a residir em estruturas residenciais Coletivasen_US
dc.typeconference objecten_US
dspace.entity.typePublication
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
person.familyNameAraújo
person.familyNameAmante
person.givenNameLia
person.givenNameMaria João
person.identifier.ciencia-idF815-5880-A50A
person.identifier.ciencia-id7E1F-15F0-DB87
person.identifier.orcid0000-0001-8212-9235
person.identifier.orcid0000-0003-0138-5865
person.identifier.scopus-author-id55292773700
person.identifier.scopus-author-id57841332900
rcaap.cv.cienciaidF815-5880-A50A | Lia Araújo
rcaap.rightsopenAccessen_US
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