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Disfagia no doente com AVC : prevalĂȘncia e determinantes
datacite.subject.fos | CiĂȘncias MĂ©dicas | pt_PT |
dc.contributor.advisor | Martins, Rosa Maria Lopes | |
dc.contributor.author | Silva, Teresa Margarida Marques Dias da | |
dc.date.accessioned | 2016-06-29T07:53:44Z | |
dc.date.available | 2016-06-29T07:53:44Z | |
dc.date.issued | 2015-10-14 | |
dc.date.submitted | 2015-05-29 | |
dc.description.abstract | Introdução: O acidente vascular cerebral (AVC) assume em Portugal elevadas taxas de morbilidade e reinternamento hospitalar. A disfagia surge como uma complicação frequente deste evento neurolĂłgico, com Ăndices de morbilidade elevados pelo risco de desnutrição, desidratação e aspiração broncopulmonar. O diagnĂłstico e a sua monitorização no processo de reabilitação do doente sĂŁo açÔes fundamentais na prevenção de aspiraçÔes alimentares, redução do internamento hospitalar e na eficĂĄcia da reabilitação do doente. Objetivo: Identificar e avaliar o grau de disfagia na pessoa com AVC e analisar a relação entre esta, e as variĂĄveis socio-demogrĂĄficas e clĂnicas no sentido de poder melhorar futuramente os cuidados de enfermagem de reabilitação. MĂ©todos: Trata-se de um estudo nĂŁo experimental, transversal, descritivo-correlacional de carĂĄter quantitativo, que foi realizado numa amostra nĂŁo probabilĂstica por conveniĂȘncia, constituĂda por 25 doentes com diagnĂłstico de AVC, internados na Rede Nacional Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), em unidades de Convalescença e Reabilitação. O instrumento de colheita de dados integra uma seção de caracterização sĂłcio-demogrĂĄfica e clĂnica e duas escalas: Escala Gugging Swallowing Screen (GUSS) e Ăndice de Barthel, a fim de avaliar a disfagia e a funcionalidade, respetivamente. Resultados: A amostra apresenta uma mĂ©dia de idade de 76,8 anos, sendo 68% do sexo feminino e 32% do sexo masculino. VerificĂĄmos que 68% dos participantes apresenta mais de dois antecedentes clĂnicos e apenas 24% dos participantes nĂŁo apresenta disfagia. Dos restantes, 12% apresenta disfagia grave, 36% moderada e 28% disfagia ligeira. A ĂĄrea de lesĂŁo parece influenciar a deglutição, demonstrando a ArtĂ©ria Cerebral MĂ©dia (ACM) e ArtĂ©ria Cerebral Posterior (ACP) como ĂĄreas de maior sensibilidade. Denotou-se que quanto maior o grau de dependĂȘncia, maior gravidade de disfagia. ConclusĂŁo: Doentes com AVC isquĂ©mico apresentam disfagia, com gravidade relacionada com a ĂĄrea vascular. A existĂȘncia de vĂĄrios antecedentes clĂnicos pode gerar perturbaçÔes na deglutição do doente. De igual modo, quanto maior for a dependĂȘncia funcional do doente, maior Ă© o grau de disfagia e o risco de aspiração pulmonar. Palavras-chave: AVC; Disfagia; Reabilitação. | pt_PT |
dc.description.abstract | Abstract Introduction: In Portugal, stroke events present with high morbidity and hospital readmission rates. Dysphagia frequently occurs as a complication of this neurological event, with high morbidity rates associated with malnutrition, dehydration and bronchopulmonary aspiration. The diagnosis and its monitoring in the rehabilitation process are fundamental to prevent aspiration of food, to reduce hospital stay and ultimately to improve the effectiveness of the patientâs rehabilitation. Goal: Identify and assess the degree of dysphagia in patients that suffered from a stroke as well as analyse the relationship between this and other sociodemographic and clinical variables, in order to improve patient care in rehabilitation nursing. Methodology: It is a non-experimental, transversal, descriptive and correlational study of quantitative character, which was conducted in a nonprobabilistic sample by convenience, consisting of 25 stroke patients admitted in convalescence and rehabilitation units. The data collection tool integrates both a sociodemographic and clinical characterization section and two scales: Gugging Swallowing Screen Scale (GUSS) and Barthel Index, to assess dysphagia and functionality, respectively. Results: The sample exhibits a mean age of 76.8 years old, 68% female and 32% male. It was found that 68% of the participants presented with two previous clinical events and only 24% of the participants didnât develop dysphagia. From the remaining, 12% had severe dysphagia, 36% had moderate dysphagia and 28% had mild dysphagia. The area of injury appears to influence deglutition, with the middle and anterior cerebral arteries being the most sensitive areas. It was observed that the higher the degree of dependence, the greatest the severity of the dysphagia. Conclusion: Patients with history of ischemic stroke present with varying degrees of dysphagia related to the affected vascular area. The presence of several previous clinical events may generate disturbances in the patientâs deglutition. Similarly, the greater the functional dependence of the patient, the greater the degree of dysphagia and the risk of pulmonary aspiration. Keywords: StrokeÍŸ DysphagiaÍŸ Rehabilitation. | pt_PT |
dc.identifier.tid | 201201666 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.19/3268 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.subject | Acidente vascular cerebral | pt_PT |
dc.subject | PerturbaçÔes de deglutição | pt_PT |
dc.subject | PrevalĂȘncia | pt_PT |
dc.subject | Reabilitação | pt_PT |
dc.subject | Deglutition disorders | pt_PT |
dc.subject | Prevalence | pt_PT |
dc.subject | Rehabilitation | pt_PT |
dc.subject | Stroke | pt_PT |
dc.title | Disfagia no doente com AVC : prevalĂȘncia e determinantes | pt_PT |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
thesis.degree.name | Mestrado em Enfermagem de Reabilitação | pt_PT |
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