Percorrer por autor "Castro, Catarina"
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- Desenvolvimento de compotas com propriedades funcionaisPublication . Martins, Diogo; André, Sónia; André, Vera; Castro, Catarina; Rodrigues, Melania; Guiné, Raquel; Teixeira de Lemos, Edite
- LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: PATRIMÓNIO LINGUÍSTICO E CULTURAL: VITALIDADE E AMEAÇASPublication . Damome, Etienne; Costa Lopes, Ana Maria; Domené-Painenao, Olga; Koller Okura, Eve; Castro, Catarina; Varela Capela Granjo Ferreira, Cláudia Sofia; Domingues, Cristina Bernardo; Sousa, Sweder; Fernandes, Telmo; Fidalgo, Susana; Delplancq, Véronique; Delplancq, Véronique; Costa , Ana Maria; Smet, Charlotte; Capela, Cláudia; Amaro Costa, Cristina; Ribeiro, Ivone; Pereira, José; Martin, Justine; Gillain, Romain; Fidalgo, SusanaA importância de uma língua vai muito além da sua função básica de comunicação pelo alicerce da identidade no que respeita à cultural, ao conhecimento tradicional (medicina, agricultura, meio ambiente, …), a um repositório de saberes e até à visão do mundo dos falantes. As línguas são um símbolo de direitos e de liberdade (Whorf, 2012). Fenómeno linguístico, cultural e social, o desaparecimento de línguas tem ocorrido de forma acelerada nas últimas décadas. Estima-se que existem mais de 7000 línguas faladas atualmente (Notícia da Rede, 2023), muitas em risco de extinção. A Unesco calcula que uma língua desaparece a cada duas semanas (Moseley, 2010). Podemos identificar como principais causas do desaparecimento das línguas a globalização e o domínio de línguas majoritárias, a desvalorização cultural, as poliíticas governamentais repressivas e de assimilação cultural, a migração, a urbanização, o desaparecimento dos falantes, com pouca ou mesmo sem transmissão às novas gerações, as alterações climáticas, a falta de ensino formal, o estigma social e a falta de registo linguístico. As consequências deste desaprecimento são, por exemplo, a perda da memória do mundo, das comunidades e do conhecimento ancestral, a perda de identidade cultural e a uniformização (Sallabank & Austin, 2023). A diversidade linguística assume-se como uma das formas da humanidade refletir sobre a sua pluralidade de experiências e de perspetivas. Atua como fortalecimento das comunidades e da coesão social. O domínio de línguas estrangeiras permite diversificar as oportunidades de emprego no mercado de trabalho e abre as portas a perspetivas de carreira mais ricas. Para além disso, as línguas estrangeiras desempenham um papel fundamental na construção de uma cidadania ativa e responsável. Veículos do património imaterial da Humanidade, recursos essenciais para a realização eficaz dos objetivos de desenvolvimento sustentável, as línguas estrangeiras participam nos pilares económico, social e ambiental, mas também dependem deles. Neste contexto, este livro de publicações tem por objetivos: - Promover o património linguístico e cultural associado às línguas estrangeiras; - Evidenciar as relações entre as línguas estrangeiras e o meio social, a realidade económica e o contexto ambiental; - Sensibilizar para as questões de defesa, preservação, vitalidade, revitalização e extinção das línguas estrangeiras; - Favorecer o intercâmbio e a reflexão entre os participantes. Como temáticas em causa destacam-se: - As línguas estrangeiras: património cultural imaterial sob ameaça constante - resultados de investigações inter e multidisciplinares sobre as línguas estrangeiras ameaçadas ou extintas; - Ações de defesa e preservação das línguas estrangeiras; - Relação entre línguas estrangeiras, património cultural, identidade, ecologia e sustentabilidade; - Desafios da diversidade linguística; - Plurilinguismo e diversidade das línguas estrangeiras: transmissores de valores, pilares da construção da cidadania ativa e responsável.
- Pesquisa de consumidor relativa a compotas inovadoras à base de ingredientes com potenciais benefícios para a saúdePublication . Guiné, Raquel; Martins, Diogo; André, Sónia; André, Vera; Castro, Catarina; Rodrigues, MelaniaAtualmente, os consumidores estão mais despertos para a interligação entre os conceitos de alimentos agradáveis e alimentos com propriedades benéficas para a saúde, pelo que o mercado de alimentos mais virados para a promoção da saúde tenha vindo a sofrer uma grande expansão. Neste trabalho foi avaliada a possível aceitação dos consumidores face a compotas inovadoras com inclusão de ingredientes funcionais. Para tal, foi realizado um estudo por questionário a uma amostra de 400 participantes, durante o período de novembro a dezembro de 2016 na região centro de Portugal. Os questionários foram aplicados por entrevista direta após consentimento verbal e informado apenas para participantes de 18 anos ou mais. Os resultados obtidos mostraram que 80% dos participantes gostam de compotas, sendo que 76% confecionam-nas em casa e apenas 24% costuma comprar feitas. A maior parte dos participantes consome produtos funcionais (74%), e apreciam de forma diferente os vários ingredientes possíveis adicionados nas compotas, reconhecendo como particularmente importantes a acerola, a framboesa, o morango, a canela, as sementes de chia e o mel. Em relação á introdução dos ingredientes em compotas, aqueles que causaram mais estranheza, pela sua originalidade neste tipo de alimento, foram acerola, bagas de goji ou sementes de papoila, de sésamo e chia. Em conclusão, o estudo mostrou que que vender compotas com ingredientes funcionais pode ser uma boa estratégia, contudo é importante proceder a testes sensoriais para verificar a aceitação dos produtos face ao tipo de ingredientes utilizados.
