Browsing by Author "Pinto, Elsa Maria Esteves Monteiro"
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- Independência funcional e regresso ao domicílio: variável chave para a enfermagem de reabilitaçãoPublication . Pinto, Elsa Maria Esteves Monteiro; Martins, Rosa Maria Lopes, orient.Introdução: Embora o envelhecimento não seja sinónimo de doença e dependência, o seu processo potencia a limitação progressiva das capacidades do indivíduo, para satisfazer as Actividades de Vida Diária com autonomia, conduzindo a maiores necessidades de apoio informal e/ou formal. Objectivos: identificar em que medida as variáveis sócio – demográficas, clínicas, habitacionais e de suporte social influenciam a independência funcional no regresso do idoso ao seu meio sócio – familiar. Método: Optámos por uma metodologia triangulada, seguindo uma via descritivo-correlacional, utilizando para o efeito uma amostra não probabilística por conveniência, constituída por 50 doentes internados num Serviço do Hospital São Teotónio, E.P.E. - Viseu, e seus cuidadores informais. O instrumento de medida utilizado foi uma entrevista semi-estruturada e o Índice de Barthel Resultados: A população estudada é maioritariamente masculina, com uma média de idades de 73,7 anos, casada, residente em meio rural. Tem como habilitações o 1º ciclo de estudos e predomínio de doenças cérebro-vasculares. Apresenta dependência moderada no momento da alta, regressando preferencialmente ao domicílio próprio. As variáveis que influenciaram significativamente a independência funcional são: a idade, habilitações literárias, local de residência após o internamento, a adaptação habitacional e o apoio formal. Conclusões: Não obstante a pouca relevância do perfil do cuidador, a sua inexistência ou impossibilidade no cuidar foi preditiva de institucionalização. O presente estudo poderá então ser mais um contributo no desenvolvimento de estratégias de sensibilização/acção com vista ao sucesso de um plano de reintegração sócio-familiar. Palavras – Chave: Independência Funcional, envelhecimento, redes de apoio formal e informal, ensinos.
- Regresso do doente ao domicilio : Importância do nível de dependência e do apoio familiarPublication . Pinto, Elsa Maria Esteves Monteiro; Martins, RosaIntrodução: Embora o envelhecimento não seja sinónimo de doença e dependência, o seu processo potencializa a limitação progressiva das capacidades do indivíduo, para satisfazer as Actividades de Vida Diária com autonomia, conduzindo a maiores necessidades de apoio informal e/ou formal. Objectivos: identificar independência funcional dos participantes e sua relação com as variáveis sócio – demográficas, clínicas, habitacionais e de suporte social; avaliar dificuldades dos cuidadores informais nos cuidados no regresso ao domicílio. Método: Optámos por uma metodologia triangulada (quantitativa e qualitativa) seguindo uma via descritivo-correlacional, utilizando para o efeito uma amostra não probabilística por conveniência, constituída por 50 doentes internados num Serviço do Hospital São Teotónio, E.P.E. - Viseu, e seus cuidadores informais. Os instrumentos de medida utilizados foram o Índice de Barthel e uma entrevista semi-estruturada. Resultados: Os participantes são maioritariamente homens, com média de idades de 73,7 anos, casados, residentes em meio rural. Tem o 1º ciclo de estudos e predomínio de doenças cérebro-vasculares. Apresentam dependência moderada no momento da alta, regressando preferencialmente ao domicílio próprio. A independência funcional é influenciada significativamente pela idade, as habilitações literárias, local de residência após o internamento, adaptação habitacional e o apoio formal. O cuidador informal, é sobretudo o cônjuge do sexo feminino e filhas, apresentando como principais dificuldades o emprego, falta de apoio e de ajudas técnicas, existência de barreiras arquitectónicas e sobrecarga do cuidador.
