Browsing by Author "Rodrigues, Dalila"
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- Interdisciplinaridade na formação de professoresPublication . Menezes, Luís; Capelo, Ana; Gomes, Helena Margarida dos Santos Vasconcelos; Abrantes, I.; Ribeiro, António Augusto Gaspar; Carvalho, Paula; Novais, Anabela; Mendes, Cristiana; martins, ana patrícia; Rodrigues, Dalila; Gomes, Cristina AzevedoEstão em curso profundas transformações com impactos acentuados na qualidade de vida de cada um. Tais impactos impõem uma reflexão sobre a própria evolução da(s) ciência(s), a sua utilização produtiva à escala real, bem como sobre a formação de profissionais, em geral, e de professores, em particular. De facto, se as mudanças que todos enfrentam são complexas, requerendo respostas de cariz interdisciplinar, a educação parece fechar-se numa matriz curricular e departamental onde é difícil desenvolver uma compreensão profunda dessa complexidade. Reduzir as fronteiras entre as disciplinas tornou-se, nas últimas décadas, matéria de interesse na agenda de organizações internacionais de cooperação, como, por exemplo, a OCDE. Neste enquadramento, implementou-se o projeto PRINT1 que tinha como objetivo central compreender o fenómeno da interdisciplinaridade no ensino superior em contexto da formação inicial de professores. Através da inquirição, por questionário e entrevista, de formadores de professores (professores/coordenadores de curso do ensino superior), pretendeu-se conhecer (i) perspetivas sobre interdisciplinaridade (ID) e (ii) práticas interdisciplinares (PI) em termos de planificação, operacionalização, contextos, avaliação e impactos. Os resultados evidenciam que os professores/coordenadores de curso do ensino superior distinguem interdisciplinaridade de pluridisciplinaridade e que promovem práticas de ensino e contextos de aprendizagem orientados para a promoção de interdisciplinaridade, em modalidades designadas por práticas de comprometimento, instrumentais ou relacionais. O estudo revela também que mais de metade dos professores/coordenadores consideram que as PI proporcionam aos estudantes o desenvolvimento de competências essenciais para a sua formação pessoal e social, para além da formação profissional.
- Património Arquitectónico de Viseu - uma réplica desconhecida do claustro renascentista da SéPublication . Rodrigues, DalilaO património dos lugares, resultado das muitas acumulações que o tempo foi sedimentando, é feito de presenças visíveis e de valor reconhecido, mas também de existências discretas e pouco valorizadas. A relação entre o importante claustro renascentista da Sé e um desconhecido exemplar da arquitectura civil, cujo valor histórico e artístico aqui se divulga, vem ilustrar esta realidade. Mas vem também esclarecer, pela iniludível proximidade formal que existe entre ambos, um dos fenómenos recorrentes na história da produção artística - o da relação entre modelo e cópia interpretativa ou o do impacte da "obra de arte maior" sobre produções sequentes e universos mais limitados.
- VIAS | ViseuInterAgeStories: o património como pretexto e contexto no desenvolvimento de práticas intergeracionais e de inclusão socialPublication . Gomes, Cristina Azevedo; Rodrigues, Dalila; Araújo, Lia; Mendes, Cristiana; Figueiredo, Maria PachecoUm contributo muito importante para a qualidade de vida numa idade mais avançada é a participação em atividades comunitárias e de interação social, que ganham expressão e intensidade quando se concretizam entre diferentes gerações. As práticas integeracionais permitem o reforço da solidariedade e a coesão social em crianças e idosos. O património de uma cidade, integrando locais de referência, memória e reminiscências de várias gerações de habitantes, afirma-se como contexto natural e facilitador de encontro intergeracional. Por outro lado, reconhecem-se e valorizam-se as oportunidades que a ubiquidade e transparência das tecnologias oferecem no sentido de alargar e expandir as formas de experienciar, viver e apropriar os espaços e ambientes urbanos. O projeto VIAS | ViseuInterAgeStories pretende desenvolver uma aplicação para dispositivos móveis, que desafie crianças e seniores a criar e partilhar histórias da sua cidade, promovendo práticas de interação colaborativa entre diferentes gerações, aprofundando o sentido de pertença à sua cidade. A partir de uma teia de locais de valor patrimonial, cultural e natural, do centro histórico da cidade de Viseu, as crianças e os seniores são convidadas, enquanto passeiam e interagem com esses locais, a construir as suas histórias sobre e nesses locais, através de uma app. A sobreposição de camadas multigeracionais, em formato multimédia, nesta teia de valor patrimonial, permite a construção colaborativa de significado e (re)significado dos lugares, afirmando um maior sentido identitário da cidade. Este trabalho apresenta e discute resultados de várias oficinas desenvolvidas no âmbito do projeto VIAS, em contextos não formais, com crianças, de idades entre os 8 e 12 anos, e com seniores, com mais de 65 anos de idade. Numa abordagem metodológica participativa, convocaram-se estes atores para explorar os locais do centro urbano de Viseu com maior significado para os próprios. A partir deste mapeamento foi possível começar a construir colaborativamente, e em interação entre gerações, narrativas sobre vários locais da cidade. As memórias e significados sobre o património desbloquearam práticas intergeracionais onde crianças e seniores se sentiram úteis, ensinando uns aos outros e aprendendo uns com os outros
