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- Prática de Ensino Supervisionada e trabalho de investigação: a importância do espaço exterior em crechePublication . Fernandes, Marta Isabel Lopes; Figueiredo, Maria PachecoO relatório de estágio abrange os estágios realizados no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação Pré-Escolar, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada. São apreciadas criticamente as práticas realizadas e as aprendizagens desenvolvidas. Na segunda parte, apresenta-se um estudo sobre a transformação de um espaço exterior em creche, que aprofunda aspetos da importância deste espaço para as crianças, bem como para a qualidade da oferta educativa. O estudo decorreu numa creche em que ao longo dos anos, a equipa educativa, pais e crianças, foram notando e referindo a necessidade da existência de um espaço no exterior adequado às brincadeiras das crianças. Deste modo, ao longo de um ano letivo, pais e equipa educativa, tomaram a iniciativa de reformular uma área que se encontra nas imediações da creche, construindo equipamentos que tornassem o espaço mais atrativo, funcional e que apoiasse um brincar rico. Para a concretização deste estudo, recorreu-se à observação participante, à aplicação do “Go- Exterior: grelha de observação de espaços exteriores em Educação de Infância”, tendo sido ainda analisados registos fotográficos e notas de campo, bem como realizadas entrevistas à equipa educativa da creche, nomeadamente as adultas que acompanham as crianças nas deslocações ao espaço exterior. Neste sentido, além de caraterizar as alterações concretizadas, analisaram-se as perceções da equipa educativa da creche relativamente às alterações realizadas no espaço exterior, possibilitando ainda refletir acerca da relevância do espaço exterior para a aprendizagem das crianças, bem como da qualidade da oferta educativa da creche.
- Década e meia de RSI na população 55+ em PortugalPublication . Figueiredo Martins, Emília da Conceição; Mendes, Francisco; Fernandes, Rosina; Gomes, LauraO Rendimento Social de Inserção (RSI), criado em 2003, traduz-se numa transferência social complementar a pensões ou outros rendimentos, de caráter monetário, para satisfazer necessidades essenciais que favoreçam a inserção laboral, social e comunitária. O RSI surge por mudança do paradigma que determinou a criação do Rendimento Mínimo Garantido, com o qual coexistiu até 2006. Embora dirigido a maiores de 18 anos (art.º 4º da Lei n.º 13/2003, de 21/5), os idosos encontram-se entre os maiores beneficiários, em razão de potenciais vulnerabilidades de risco de pobreza e exclusão social. Pretendeu-se, com base nos dados constantes na PORDATA, refletir sobre a evolução do RSI, durante 15 anos (2007-2022), em Portugal, nesta população, que cresce exponencialmente (índice de envelhecimento de 112.6, em 2007, e de 183.5, em 2022). Constata-se que os maiores de 55 anos, em 2007, eram o grupo etário com menor apoio no RSI (14.1%). Tendencialmente, verificouse uma descida até 2012 (para 10%), iniciando, em 2013, uma subida de cerca de 1%/ano até 2022, com o maior acréscimo (1.8%) referente ao período pós Troika (2015). Em 2022, constituíam-se como o segundo grupo de beneficiários (21.6%). As transferências sociais, e pensões, são cruciais na diminuição do risco de pobreza nos idosos (a taxa de 84.1%, o dobro da restante população portuguesa, passa para 17%). Conclui-se pelo empobrecimento substantivo nesta camada populacional, com impacto na taxa de risco de pobreza da população geral. O RSI revela-se, cada vez mais, um apoio imprescindível, indicador da necessidade de rever as políticas sociais a montante.
