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- O guarda-redes de andebol como primeiro participante no processo ofensivoPublication . Branco, João; Azevedo, António Manuel Tavares; Mendes Ribeiro Eira, Paulo Alexandre; Ribeiro, RafaelIntrodução: A modalidade de Andebol tem sofrido constante evolução por força de uma multiplicidade de transformações que decorrem das dimensões física e tática, assim como das resultantes de interpretações das componentes da estrutura ou lógica interna do jogo, como é o caso do seu regulamento. Com efeito, assumem-se cada vez mais importantes as ações do guarda-redes, que deixou de estar focado exclusivamente no impedimento do golo e passou a ser o primeiro participante do processo ofensivo da sua equipa, tornando o jogo mais dinâmico e potenciador de novos sistemas ofensivos, de modo a aproximar as equipas do sucesso competitivo. Objetivo: Aferir da importância do guarda-redes na construção ofensiva no Andebol moderno, analisar os momentos de substituição ataque-defesa para a reentrada do guarda-redes, identificar os atletas que efetuam a substituição ataque-defesa para a entrada do guarda-redes com maior frequência em contexto de jogo. Métodos: Recorreu-se à Metodologia Observacional (Anguera et al., 2000; Anguera, 2003) e à Análise Sequencial de Jogo (Sarmento et al., 2013) para observar os comportamentos e ações dos atletas. Para a recolha de opiniões, atitudes e representações dos participantes, recorreu-se à técnica de entrevista (Santos & Lima, 2019) procedendo-se, posteriormente, à análise de conteúdo (Bardin, 2009). O grupo de estudo compreendeu três treinadores a exercer funções nas duas principais divisões do Andebol português e com a mais alta qualificação técnica internacional da European Handball Federation (EHF). Analisaram-se também duas equipas do Campeonato Nacional de Andebol 1 (PO01) e uma terceira formação, do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão. Resultados: O momento da substituição para a reentrada do guarda-redes ocorre em função do lado do banco onde se situa a jogada, da zona na qual é finalizada a ação, dos atletas envolvidos na criação da situação de finalização ou na finalização propriamente dita. Conclusão: A substituição ataque-defesa para a reentrada do guarda-redes não é efetuada por um atleta habitualmente pré- definido pelo treinador, mas de acordo com o comportamento defensivo concreto do adversário e do conhecimento cerca das tomadas de decisão dos colegas de equipa. Com efeito, os treinadores deste estudo tendem a criar exercícios que fomentam a otimização do processo de substituição e a saída atempada para que a reentrada do guarda-redes possa restabelecer o desejado equilíbrio defensivo.
- Integrating numerical superiority offensive actions into the game model and handball training executionPublication . Branco, João; Azevedo, António; Mendes Ribeiro Eira, Paulo AlexandreThe game model represents the coach's philosophy, detailing the strategy designed to achieve success in a competitive environment. It includes both the tactical and strategic elements that define the desired style of play and emphasizes the development and refinement of specifical skills during the training process. This study explored coaches' perceptions of the significance of the game model, particularly regarding the execution of offensive actions involving numerical superiority to achieve sporting success. The responses obtained highlight the importance of the game model in structuring and conducting training, involving all club participants. The "way of playing" is unique to each team, thus emphasizing the flexibility of the game model and its adjustment according to the characteristics of the athletes, the team's performance, and the evolution of results throughout the season.
