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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo trata de conjunto de reflexões nascidas nos
encontros do grupo de pesquisa, extensão e ensino
“Acolhendo Alunos em Situação de Exclusão Escolar e
Social”, apoiado pelo CNPq, sobre dois temas que
reincidem e inquietam sobremaneira os componentes do
referido grupo: 1- O “estigma” atribuído aos alunos
lusófonos com pouca escolaridade no Brasil e aos
lusófonos, independentemente da escolaridade, na Europa.
2- As “diferentes estratégias” utilizadas por estes atores
com a finalidade da sobrevivência nas sociedades de
acolhimento letradas em que se inserem. Para subsidiar esta
discussão, optamos pelo estudo dos teóricos: E. Goffman,
Pierre Bourdieu e Z. Bauman, pois mostraram-se
necessários para a discussão sobre o processo de formação
do estigma de falantes lusófonos em situação de
(i)migração, assim como, para a compreensão da
necessidade da elaboração de máscaras de sobrevivência na
“selva” letrada da sociedade de recepção, seja da
Comunidade Européia ou da cidade de São Paulo.
Descrição
Palavras-chave
Estigma Máscaras Sociedade letrada Lusofonia
