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Romarias como ideologia e representação da identidade local: crenças e formação do património simbólico e popular

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No concelho de Guimarães, milhares de pessoas “alimentam”, durante todo o ano e desde tempos ancestrais, a chama de uma tradição que é, também, a de uma identidade, mediante a realização de manifestações religiosas colectivas que evidenciam a peculiaridade histórica, social e cultural quer da região do Minho quer das suas gentes. Como acontecimentos de envolvente simbolismo e de multifacetada expressividade de uma identidade local e colectiva, apesar de apresentarem denominadores comuns, as romarias são fenómenos que caracterizam e determinam, principalmente, o património histórico-cultural de Guimarães. Património também religioso e popular, que se traduz em festas (não necessariamente patronais, de freguesia ou de paróquia), capazes de aglutinar indivíduos provenientes de diferentes locais, alguns distantes (como os emigrantes), em idênticos rituais de culto num espaço sagrado comum e mediante a partilha e compreensão acordada de símbolos. Como enquadrar e compreender este património ideológico e, acima de tudo, intangível?

Descrição

Palavras-chave

Guimarães Romarias identidade local património património popular

Contexto Educativo

Citação

Barroso, Paulo M.Romarias como ideologia e representação da identidade local: crenças e formação do património simbólico e popular, Trabalho apresentado em II Jornadas do Núcleo de Estudos de População e Sociedade , In Festas e romarias tradicionais no Portugal contemporâneo, Guimarães, 2003.

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