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Mortalidade nos Idosos numa Unidade de Cuidados Intensivos: A idade não explica tudo!

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Resumo(s)

Este trabalho centra-se no estudo comparativo da população idosa e não idosa na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) do Centro Hospitalar Tondela-Viseu, tendo como objetivo identificar fatores de influência na sobrevivência dos pacientes da UCI, diferenciando idosos de não idosos, e procurando esclarecer o que influência o desfecho final (morte ou sobrevida). Analisou-se a associação deste desfecho com a proveniência do paciente e verificou-se que o risco de morte era maior nos pacientes com tipo de admissão Médico (tratamento médico). Quanto à terapêutica na UCI, muitas delas revelaram-se significativamente associadas com o desfecho final, destacando-se a terapêutica substitutiva de função renal e a terapêutica aminérgica como as mais agravantes quanto ao risco de morte, quer entre idosos quer entre não idosos. Verificou-se também que a idade exata do paciente não é significativamente determinante da morte/sobrevida nos idosos, embora seja nos não idosos, o mesmo acontecendo com o score de comorbilidades segundo o índice de Charlson.

Descrição

Palavras-chave

Risco de morte Cuidados intensivos Regressão logística Árvores de decisão

Contexto Educativo

Citação

Henriques, C., Matos, A., Porto, L. (2013). Mortalidade nos Idosos numa Unidade de Cuidados Intensivos: A idade não explica tudo! In Manuela Maia, Pedro Campos, Pedro Duarte Silva (Eds), Atas do XX Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estatística, Edições SPE, Porto, pp 179-187.

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