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Autores
Ramalho, Henrique
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente ensaio debruça-se sobre a análise e compreensão da relação entre a planificação social, a escola e a ação docente no que concerne aos processos de
desenvolvimento e gestão do currículo escolar. São convocados distintos aportes concetuais, designadamente, a (re)concetualização da teoria curricular entre feições
tecnocratas e alinhamentos progressistas, onde são discutidas e analisadas as interseções teóricas e concetuais suscetíveis de confrontar entre as feições
tecnocratas/neoconservadoras e os alinhamentos progressistas. A análise culmina com a mobilização do discurso oficial da autonomia e flexibilidade curricular em vigência no
contexto português, discutindo e analisando as possibilidades de (re)concetualização da teoria curricular. Sinalizamos uma epistemologia curricular que tende a ressituar o
professor na condição de “intelectual orgânico”, em detrimento da condição de “intelectual transformador crítico, acabando por surtir a relativização da expressão
“Autonomia e flexibilidade curricular”, por a considerar um dos fenómenos de ressemantização mais relevante praticada pelo legislador.
Descrição
Palavras-chave
Currículo Sociedade Escola. Professores. Flexibilidade e autonomia curricular
Contexto Educativo
Citação
Editora
Reconecta Soluções Educacionais
Licença CC
Sem licença CC
