ESTGV - DEM - Artigo em revista científica, não indexada ao WoS/Scopus
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Percorrer ESTGV - DEM - Artigo em revista científica, não indexada ao WoS/Scopus por autor "Cruz-Lopes, Luísa"
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- Nanopartículas no tratamento da doença de alzheimerPublication . Cruz-Lopes, Luísa; Lopes, Ana; Escudeiro, Maria; Duarte, Cláudia; Ferreira, Rafaela; Graça, Francisco; Silva, Isaura; Esteves, BrunoIntrodução: A Doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa primária, de etiologia desconhecida e influenciada por vários fatores com aspetos neuropatológicos e neuroquímicos característicos. Atualmente, os fármacos aprovados para o tratamento desta doença apenas permitem aliviar os sintomas sendo acompanhados por diversos efeitos secundários. A nanotecnologia aparece como alternativa para o tratamento do Alzheimer, por oferecer muitas vantagens para a medicina contemporânea permitindo um diagnóstico e tratamento não invasivos e direcionados, reduzindo as reações adversas e os efeitos sistémicos. Objetivo: Reconhecer as potencialidades do uso de nanopartículas no tratamento da Doença de Alzheimer, identificando os tratamentos mais promissores e quais os seus possíveis efeitos secundários. Métodos: Revisão bibliográfica narrativa a partir de consulta a bases de dados como Science Direct, Web of Science, PubMed e Scielo. Resultados: As nanopartículas de ouro mostram-se capazes de atravessar a barreira hematoencefálica (BHE), carregando fármacos essenciais para a inibição da agregação dos péptidos Aβ, bem como dissolver fibrilhas pré-existentes. Polímeros biodegradáveis e biocompatíveis, como o polilactídeo poliglicólico (PLGA), constituem uma abordagem promissora e segura, tendo sido muito utilizados. As melhores técnicas são aquelas que garantem que as nanopartículas são capazes de atravessar a barreira hematoencefálica (BHE), atingir o seu alvo terapêutico, bem como garantir que estas partículas não induzem efeitos tóxicos no organismo. Apesar das nanopartículas serem capazes de tratar algumas doenças de forma eficiente, pouco se conhece sobre os seus efeitos secundários, estes poderão ou não ser mais danosos para o organismo do que a doença que pretenderam tratar. Conclusão: Existem várias abordagens terapêuticas promissoras, porém nenhuma ainda aprovada, uma vez que é difícil manter concentrações adequadas de fármaco no espaço intraneuronal. Estabelecer a dose tóxica é necessário para o uso aprovado de uma nanopartícula num tratamento, porém é quase impossível prever os seus efeitos citotóxicos em regiões extra-neuronais.
- The contribution of a portion of meat, fish and eggs for climate changePublication . Ferreira, Vicente; Domingos, Idalina; Esteves, Bruno; Cruz-Lopes, LuísaIntrodução: A mudança nos padrões alimentares dos cidadãos implicará uma pegada ambiental maior em termos de emissões de gases de efeito estufa e uso de recursos naturais. Por exemplo, dietas ricas em leite e carne, especialmente de ruminantes, estão associadas ao aumento das emissões de metano da fermentação entérica, do dióxido de carbono da deflorestação para dar origem ao pasto e do óxido nitroso da produção de ração. Objetivos: Para um consumo mais sustentável, o objetivo deste estudo foi quantificar e comparar a contribuição para as alterações climáticas de uma porção do que se come em geral, proveniente da Roda dos Alimentos, relacionados com carnes, aves, peixes e ovos, para alcançar uma dieta equilibrada e saudável. Métodos: A Avaliação do Ciclo de Vida, baseada nas normas ISO 14040/44 (2006), foi a metodologia utilizada. A análise de inventário e, posteriormente a análise de impacte foram realizadas utilizando o software SimaPro 8.5. O método escolhido para a avaliação de impacte ambiental foi o IPCC 2013 GWP 100a. Resultados: Os resultados mostram que uma porção de cavala (peixe) apresenta a pegada ecológica inferior seguida da porção de bacalhau, frango, lombo de porco, ovos, lagosta e bife de vaca, respetivamente. Conclusões: A principal conclusão deste estudo é que a avaliação do impacte de ciclo de vida usando o método IPCC 2013 GWP 100a, pode ajudar as pessoas a escolherem os melhores alimentos para uma refeição mais amiga do ambiente, ajudando a mitigar as alterações climáticas.
