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- A Relação Escola - Família Um Espaço para ConstruirJuntosPublication . Pegado, Rute Marlene Marques; Ramalho, HenriqueO presente Relatório Final de Estágio encontra-se estruturado em duas partes complementares. A primeira corresponde a uma reflexão crítica sobre a Prática de Ensino Supervisionada, desenvolvida no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação PréEscolar. A segunda parte refere-se ao projeto de investigação realizado em contexto de estágio, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada na Educação Pré-Escolar, que deu título ao Relatório: “Relação Escola–Família: Um Espaço para Construir Juntos”. A primeira parte do relatório apresenta uma retrospetiva do percurso formativo desenvolvido no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação Pré-Escolar, acompanhada por uma reflexão sobre os contextos e as aprendizagens adquiridas. Esta análise foi elaborada com base nos elementos reunidos dos dossiês semestrais. A segunda parte do relatório integra um estudo empírico de natureza qualitativa, centrado na importância da participação das famílias na Educação Pré-escolar. A investigação foi conduzida através da técnica de entrevista, permitindo compreender o modo como os Pais/Encarregados de Educação se envolvem na vida escolar dos seus educandos e evidenciar a importância desse envolvimento para o processo educativo.
- A Liderança e o Papel dos Gestores na Gestão de Recursos Humanos: Estudo comparativo entre duas Santas Casas da Misericórdia do distrito de ViseuPublication . Dias, Vanessa Cardoso; Antunes, Sandra Maria Gouveia; Santos , Paula Marques dosA presente dissertaça o tem como objetivo analisar a relaça o entre a liderança e o papel dos gestores na gesta o de recursos humanos, atrave s de um estudo comparativo entre duas Santas Casas da Miserico rdia do distrito de Viseu: a Santa Casa da Miserico rdia de Tarouca e a Santa Casa da Miserico rdia de Castro Daire. A investigaça o procurou compreender de que forma diferentes estilos de liderança influenciam as pra ticas de gesta o de Recursos Humanos, o desempenho organizacional e o bem-estar dos colaboradores. A metodologia adotada recorreu a aplicaça o de questiona rios a gestores e colaboradores das duas organizaço es, complementados pela ana lise documental. Os resultados obtidos revelaram diferenças significativas entre as organizaço es: a Santa Casa da Miserico rdia de Tarouca apresenta uma liderança de cara cter mais participativo e transformacional, centrada na comunicaça o, valorizaça o e no envolvimento dos colaboradores; enquanto a Santa Casa da Miserico rdia de Castro Daire evidencia uma liderança mais diretiva e hiera rquica, focada na execuça o e no controlo das atividades. Os dados confirmam que os estilos de liderança mais abertos e colaborativos contribuem para um clima organizacional mais positivo, potenciando a motivaça o, a satisfaça o profissional e a efica cia na gesta o de pessoas. Assim, sabe-se que a liderança e um fator determinante na gesta o de Recursos Humanos e no sucesso das organizaço es sociais, devendo, estas, investir na formaça o de lí deres capazes de equilibrar a eficie ncia administrativa com a sensibilidade humana.
- Gestão de Recursos Humanos e Satisfação Laboral: Um estudo nas Organizações Sociais do concelho de AroucaPublication . Santos, Ana Luísa Teixeira; Antunes, Sandra Maria Gouveia; Oliveira, Márcio José Sol Pereira deOs recursos humanos são fundamentais para o sucesso e a sustentabilidade das organizações. A Gestão de Recursos Humanos (GRH) desempenha um papel essencial, não só na eficiência organizacional, mas também na satisfação laboral: fator decisivo para a motivação, produtividade e retenção de talentos, sobretudo nas organizações sociais. Este estudo analisa a Gestão de Recursos Humanos e a Satisfação Laboral nas organizações sociais do concelho de Arouca, procurando compreender de que forma as práticas de GRH influenciam a satisfação dos colaboradores e o desempenho organizacional. A investigação baseou-se numa revisão de literatura sobre a gestão de recursos humanos e a satisfação no trabalho, e em dados recolhidos através de questionários e entrevistas aplicados em organizações sociais selecionadas de Arouca. Os resultados mostram que, embora existam práticas de gestão de recursos humanos, persistem lacunas na implementação de políticas estratégicas, o que afeta os níveis de satisfação dos trabalhadores. Verificou-se ainda a necessidade de valorizar a GRH, promovendo uma cultura mais participativa, motivadora e alinhada com os objetivos institucionais. Conclui-se que a melhoria da comunicação interna, o reconhecimento e envolvimento dos colaboradores são essenciais para aumentar a satisfação laboral e reforçar a sustentabilidade das organizações sociais.
- A dimensão física do ambiente educativo como promotor de aprendizagem de crianças/alunos: Perceções de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Martins, Jéssica Daniela Serra; Lacerda, Carla; Rocha, JoãoO ambiente educativo, na sua dimensão física, desempenha um papel determinante no processo de ensino e aprendizagem, influenciando o bem-estar das crianças/alunos, as dinâmicas pedagógicas e as interações que nele se estabelecem. A organização do espaço, a acessibilidade dos materiais e a intencionalidade pedagógica da sua disposição assumem-se como fatores essenciais para a promoção de aprendizagens significativas e do desenvolvimento integral. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo conhecer as perceções dos Educadores de Infância e dos Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico sobre a influência da organização do espaço físico na qualidade educativa e no envolvimento ativo das crianças/alunos no processo de aprendizagem. Adotou-se uma metodologia qualitativa, de natureza descritiva e interpretativa, recorrendo-se à entrevista semiestruturada como instrumento de recolha de dados. Participaram no estudo oito Educadores de Infância e oito Professores do 1.º CEB, tendo os dados sido tratados através de análise de conteúdo. Os resultados evidenciam diferenças significativas nas perceções dos dois grupos profissionais relativamente ao papel do espaço físico enquanto elemento pedagógico. Os Educadores de Infância concebem o espaço como um “terceiro educador”, valorizando uma abordagem flexível, intencional e centrada na criança, promotora da autonomia, do bem-estar e da aprendizagem ativa. Por sua vez, os Professores do 1.º CEB tendem a adotar uma visão mais funcional do espaço, condicionada por fatores estruturais e curriculares, embora reconheçam o seu potencial para favorecer a concentração, a cooperação e o comportamento dos alunos. Apesar das diferenças identificadas, ambos os grupos reconhecem o impacto do ambiente físico na qualidade das interações e das aprendizagens, salientando a necessidade de promover uma maior continuidade pedagógica entre os contextos educativos.
