ESTGL - DGAT - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri)
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Percorrer ESTGL - DGAT - Dissertações de mestrado (após aprovadas pelo júri) por orientador "Antunes, Sandra Maria Gouveia"
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- A comunicação Organizacional como Instrumento da Gestão das Organizações de Economia Social do Concelho de LamegoPublication . Barbosa, Sabrina Pereira; Antunes, Sandra Maria GouveiaA presente dissertação expõe a importância da comunicação organizacional na gestão das organizações de economia social, mais precisamente do concelho de Lamego. Este estudo centra-se na influência do processo de comunicação organizacional na gestão das organizações através da análise dos métodos de comunicação adotados pelas entidades em estudo. A recolha de dados foi realizada através da aplicação de um questionário a todas as organizações sociais do concelho de Lamego. Este estudo parte da premissa de que uma comunicação eficaz é fundamental para o bom funcionamento e sucesso das organizações de economia social, com um impacto direto na tomada de decisões e na motivação dos colaboradores. Recorremos a uma metodologia de natureza quantitativa, concretizada através da aplicação de um inquérito por questionário às organizações sociais de Lamego, permitindo a recolha de dados sobre as práticas comunicacionais adotadas. Este estudo conclui que a adoção de boas práticas de comunicação organizacional é essencial para o sucesso das organizações de economia social.
- A influência do perfil do Diretor Técnico/Gestor na adoção de Estratégias de Gestão de Conflitos e a sua relação com a Motivação dos Colaboradores: os casos da Santa Casa da Misericórdia de Tarouca e Centro Social Paroquial Casimiro e Elvira Lemos de Caria Moimenta da BeiraPublication . Gouveia, Lucinda Oliveira Xavier; Antunes, Sandra Maria Gouveia; Oliveira, Márcio José Sol Pereira deNa atualidade, a temática do conflito está em destaque tanto na vida profissional quanto na vida familiar. Em tempos remotos, prevalecia a ideia de que o conflito era algo negativo, caracterizado pela falta de compreensão, solidariedade e colaboração. Não obstante, quando o conflito é encarado como construtivo e positivo, ele pode ser visto como uma oportunidade para corrigir problemas e encontrar soluções: conflitos construtivos estimulam a criatividade, promovem a troca de ideias e levam a soluções inovadoras. Os conflitos também têm impacto direto na motivação dos colaboradores, pelo que quando há conflitos frequentes entre colegas ou entre a equipa e o gestor, isso pode levar à desmotivação. A motivação, por sua vez, pode ser analisada sob duas perspetivas teóricas: as teorias de processo e as teorias de conteúdo. A nossa investigação concentrou-se nas teorias de conteúdo, incluindo os fatores motivacionais intrínsecos (Maslow) e extrínsecos (Herzberg). Além disso, explorámos as três teorias motivacionais de McClelland: sucesso, afiliação e poder. No âmbito desta investigação, pretendemos apurar se os diretores técnicos/gestores com diferentes formações científicas apresentam perspetivas e estratégias de gestão de conflitos diversas ou equivalentes, nas OES em estudo. Também analisámos como essas estratégias se relacionam com os perfis motivacionais dos colaboradores. Para tal, o nosso estudo incidiu em duas OES, com três gestores de formação diferenciada e os seus respetivos colaboradores. Utilizámos uma metodologia quantitativa, aplicando inquéritos por questionário aos gestores sobre gestão de conflitos, e aos colaboradores sobre conflito organizacional e motivação. Os resultados permitiram-nos concluir que as estratégias de gestão de conflitos utilizadas pelos gestores nas OES em estudo são, primordialmente, de acomodação e de compromisso, mas que a perceção dos colaboradores é, a esse respeito, sensivelmente diferente. Quanto à principal orientação da motivação dos colaboradores é primeiramente afiliativa. Estes resultados confirmam que é essencial abordar os conflitos de forma construtiva e respeitosa para promover a motivação no ambiente de trabalho; incentivar a comunicação aberta, o diálogo e a colaboração entre os colaboradores, e o papel do gestor como mediador é crucial para o bem-estar da equipa e o sucesso geral da organização.
