ESEV - DPCE - Artigo em ata de evento científico internacional
URI permanente para esta coleção:
Navegar
Percorrer ESEV - DPCE - Artigo em ata de evento científico internacional por título
A mostrar 1 - 10 de 60
Resultados por página
Opções de ordenação
- Adaptation of the baby to the day-care context: the importance of communication grammarPublication . Jales Ribeiro, Esperança; Felizardo, Sara; Nunes, Fátima; Figueiredo, Maria PachecoDay care has a socio-educational nature that should be provided to children as it leads to their overall development and well-being. Enrolment of an infant in this context provides access to situations which differ from those within the family setting. This calls on resources of adaptation on the part of small children, families and professionals. In the nursery, the infant’s day is organized around educational experiences and permanent care that are unique moments to promote didactic interactions and diversified learning. The aim of this research is to identify the strategies and procedures used in the context of the nursery to promote infants’ adaptation and well-being. Interactions between infants (aged 6 to 11 months) and two professionals (at reception, departure and during routine care and education), as well as with family members (upon arrival at the nursery and on returning home), were observed. The professionals were also inquired regarding the strategies used for infants’ adaptation in this context with a view to promoting their well-being. It is a qualitative and exploratory study with recourse to direct observation and semi-structured interview. The strategies used to promote adaptation which emerged from the observations made were triangulated with the results of the interviews. The following results as regards valued strategies have been highlighted: emotional literacy (the professional’s adaptation of responses to the infant’s individuality, the professional’s socio-affective skills); communication with the family (the exchange of information, harmony of procedures, transactional objects) and type of communication (verbal and nonverbal). The results show the importance of using a communicational grammar to safeguard the infant’s adaptation process to a new socio-educational context nature, consequently helping to promote well-being.
- Adaptation of the baby to the day-care context: the importance of communication grammarPublication . Jales Ribeiro, Esperança; Felizardo, Sara; Nunes, Fátima; Figueiredo, Maria PachecoDay care has a socio-educational nature that should be provided to children as it leads to their overall development and well-being. Enrolment of an infant in this context provides access to situations which differ from those within the family setting. This calls on resources of adaptation on the part of small children, families and professionals. In the nursery, the infant’s day is organized around educational experiences and permanent care that are unique moments to promote didactic interactions and diversified learning. The aim of this research is to identify the strategies and procedures used in the context of the nursery to promote infants’ adaptation and well-being. Interactions between infants (aged 6 to 11 months) and two professionals (at reception, departure and during routine care and education), as well as with family members (upon arrival at the nursery and on returning home), were observed. The professionals were also inquired regarding the strategies used for infants’ adaptation in this context with a view to promoting their well-being. It is a qualitative and exploratory study with recourse to direct observation and semi-structured interview. The strategies used to promote adaptation which emerged from the observations made were triangulated with the results of the interviews. The following results as regards valued strategies have been highlighted: emotional literacy (the professional’s adaptation of responses to the infant’s individuality, the professional’s socio-affective skills); communication with the family (the exchange of information, harmony of procedures, transactional objects) and type of communication (verbal and nonverbal). The results show the importance of using a communicational grammar to safeguard the infant’s adaptation process to a new socio-educational context nature, consequently helping to promote well-being.
- Aprender na educação de infância brincando com uma fita métricaPublication . Figueiredo, Maria; Marchese, M.; Gomes, Helena Margarida dos Santos Vasconcelos; Menezes, Luís; martins, ana patrícia; Ribeiro, AntónioThe study was developed in Master’s Degree in Early Childhood and Primary Education, during the praticum, with children from 3 to 6 years old, focusing on the importance of play. The organization of the educational environment is one of the dimensions of Early Childhood Pedagogy and provides integrated and contextualized learning, namely through opportunities to play significantly in spaces and materials organized with intention, enjoying relationships and time that are also the focus of the pedagogical organization. The study aimed to understand the mathematical activity that children developed with a measuring tape and what meanings they attributed to it. The measuring tape was introduced, without explanation, into the dolls' corner. The qualitative study relayed on participant observation and short interviews with the 18 children in the group. The results showed that the tape was included in the children's play and that different meanings were attributed to it. One group recognized and used the measuring tape to measure; a second group recognized this tool, associated it with measurement, but was not sure how to use it; finally, a third group played with the tape without recognizing its function. The complexity of the meanings attributed by children and their ability to share and co-construct meaning during play reveal the potential of this activity and the importance of enriching the play areas, as well as of the opportunity to reflect on their experiences.
- As crianças e a igualdade de género: um estudo na EPE e no 1.º CEBPublication . Almeida, Cláudia Alexandra; rocha, joaoEste estudo, desenvolvido no âmbito de um relatório final de estágio em Educação Pré-Escolar (EPE) e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB), visa compreender as perceções das crianças da EPE e do 1.º CEB relativamente à igualdade de género, assim como as conceções dos seus pais ou encarregados de educação, analisando as inter-relações entre ambos. Partindo da premissa de que a igualdade de género constitui um dos pilares da Educação para a Cidadania e um vetor essencial na construção de sociedades mais justas, equitativas e inclusivas, o trabalho desenvolve-se sob um paradigma qualitativo e assenta metodologicamente na realização de quarenta entrevistas semiestruturadas: dez a crianças da EPE, dez a alunos do 4.º ano do 1.º CEB, e vinte aos respetivos encarregados de educação. A análise dos dados permitiu identificar diversas dimensões, entre as quais os estereótipos de género associados a profissões, tarefas domésticas e contextos lúdicos, bem como a forma como crianças e adultos percecionam a igualdade de género e a sua relevância. Os resultados evidenciam que, apesar de alguns avanços nas conceções mais abertas e igualitárias, persistem estereótipos enraizados que condicionam as preferências, atitudes e comportamentos, tanto das crianças como dos seus cuidadores. Em particular, observa-se que muitas crianças associam profissões ou brinquedos a um género específico, revelando o impacto das influências familiares e sociais desde tenra idade. Do lado dos encarregados de educação, nota-se, por vezes, uma postura protetora, motivada pelo receio de exposição dos filhos a julgamentos sociais, o que contribui para a perpetuação de desigualdades. A análise comparativa entre os dois grupos etários também indica que, embora as crianças do 1.º CEB apresentem maior consciência crítica sobre o tema, continuam a reproduzir padrões culturais limitadores. Conclui-se que, embora a legislação e as orientações curriculares promovam a igualdade de género, o seu impacto efetivo só se concretiza com a articulação entre escola, família e sociedade. O estudo reforça a importância de se trabalhar a igualdade de género desde os primeiros anos de escolaridade, de forma transversal e sistemática, como estratégia essencial para desconstruir estereótipos, promover o respeito pela diversidade e formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com os valores democráticos.
- Autoavaliação de Escolas - Guião OrientadorPublication . Rocha, João; Ramalho, Henrique; Lacerda José, Carla Sofia PereiraEste trabalho resulta de uma investigação-ação participativa centrada na construção de um guião orientador para a implementação de processos de autoavaliação em escolas, concebido como instrumento de regulação e desenvolvimento organizacional, curricular e pedagógico. A proposta metodológica adota como referencial a Metodologia de Planeamento de Projetos por Objetivos (MPPO), embora vá além desta, ao privilegiar uma abordagem holística, circular e participativa, centrada na comunidade educativa. São destacados os princípios da participação, da autonomia, da descentralização, da meta-avaliação e da comunicação pública, reconhecendo o contexto educativo como um sistema social e culturalmente complexo. O guião propõe a estruturação da autoavaliação em dois subciclos interdependentes: o diagnóstico e o plano de ações de melhoria. O primeiro tem como foco a identificação de problemas estruturais através de análise SWOT, construção de árvores de problemas e definição de referentes (objetivos), permitindo uma leitura crítica da realidade e delineando prioridades de intervenção. O segundo subciclo incide na construção e implementação de medidas concretas para resolver os problemas identificados, estruturando essas ações através de fichas técnicas, cronogramas e mecanismos de monitorização. O método inclui uma ampla recolha e análise de dados com recurso a técnicas como entrevistas, questionários, focus group, observação direta e análise documental, assegurando a triangulação metodológica e a legitimidade dos resultados. A participação alargada da comunidade educativa é elemento-chave em todas as fases do processo, garantindo uma abordagem democrática, transparente e ancorada nos valores e na identidade do Agrupamento. Os resultados obtidos indicam que a autoavaliação, quando articulada com os instrumentos de gestão e com os projetos educativos em vigor, se transforma num potente motor de mudança e inovação, contribuindo para a melhoria contínua da qualidade do serviço educativo e para o desenvolvimento integral dos alunos. Conclui-se que a institucionalização de uma função de autoavaliação, devidamente reconhecida no organograma escolar e apoiada por recursos específicos, reforça o sentido de pertença, a responsabilidade coletiva e o compromisso com a construção de uma escola pública mais inclusiva, reflexiva e emancipada.
- Avaliação e participação: análise à tecnologia da participação policêntrica na escola portuguesaPublication . Ramalho, Henrique; Rocha, João; Figueiredo, Maria Pacheco; Brown, MartinApresentando-se como mais um contributo para a inteligibilidade das transformações fomentadas no sistema educativo português nos últimos anos, este ensaio tem como objetivo central traçar um paralelismo entre o ímpeto reformista das políticas educativas (re)centradas na avaliação das escolas e a nova racionalidade dada ao arquétipo da participação dos atores escolares, precisamente em torno daquilo que podemos, hoje, considerar a caixa negra do Sistema. Muito particularmente, a propósito da participação, aqui traduzida como nova tecnologia de gestão da ação escolar, interessanos dirimir o seu pendor policêntrico, ainda que, cremos, com a tradicional capacidade para induzir à normalização das condutas dos atores escolares por meio da elaboração, explicitamente convencionada, de standards organizacionais, curriculares, pedagógicos e didáticos de base. Para o efeito, utilizaremos, de forma privilegiada, o corpus legislativo atualmente em vigor relativo à avaliação de escolas e à normalização da participação dos diferentes atores (professores, alunos, pais/encarregados de educação, pessoal técnico e operacional, municípios, entre outros) que, hoje, são convocados para uma nova liturgia da ação escolar. Do ponto de vista metodológico, ao assumir tal corpus legislativo como fonte privilegiada do nosso estudo, inscrevemos as nossas incursões analíticas e compreensivas na conceção hermenêutica das políticas de avaliação de escolas, em geral, e da participação escolar, em particular. No plano das ilações gerais, aventamos uma nova configuração semântica que acompanha a relação recém instituída entre a avaliação e a feição técnico instrumental da participação, esta cada vez mais distante da agenda da autonomia das escolas e da descentralização do Sistema.
- Benefícios da música em crianças/jovens com perturbação do espectro do autismo: perceções de profissionaisPublication . Pereira, Fabiana; Fernandes, Rosina; Martins, Emília; Mendes, FranciscoA Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) é uma perturbação neurodesenvolvimental marcada por défices na comunicação e na interação social e presença de comportamentos repetitivos. Neste contexto, a música, pelas suas características estruturantes, emocionais e sensoriais, pode constituir-se como facilitadora de processos terapêuticos. Este estudo teve como objetivo compreender as perceções de profissionais de diferentes áreas sobre os benefícios da música na intervenção com crianças/jovens com PEA. Procurou-se perceber o impacto da música em dimensões como o bemestar emocional, a comunicação, a interação social e a redução de comportamentos estereotipados ou agressivos. A metodologia utilizada, de natureza quantitativa e não experimental, suportou-se na aplicação de um questionário online a 106 profissionais que trabalham ou já trabalharam com crianças e jovens com PEA. O instrumento, ad hoc, revelou boas qualidades psicométricas (α=.978). Com recurso ao SPSS – IBM 28, realizaram-se análises estatísticas descritivas e inferenciais (correlações e comparações de grupos, não paramétricas), assumindo-se um grau de confiança de 95%. Os principais resultados revelam uma perceção amplamente positiva (90%) sobre o uso da música como estratégia complementar de intervenção, destacando-se a sua eficácia na melhoria da comunicação (72.6%) e socialização (86.8%), na expressão emocional (88.6%) e na gestão de comportamentos desafiadores (80%), reduzindo a ansiedade e agitação (84.9%). Também foi apontada como estratégia útil na redução de comportamentos agressivos (73.6%) e estereotipias (68.8%). Verificaram-se diferenças estatisticamente significativas nas perceções em função da formação (X2 KW=6.54; p = .038) e da profissão (X2 KW=9.922; p = .019) dos participantes, sugerindo que a experiência e o conhecimento específico influenciam a forma como os benefícios da música são reconhecidos, com perceções mais favoráveis dos Educadores Sociais e profissionais com formação em PEA. A investigação conclui que, embora a maioria dos profissionais reconheça o potencial da música, é necessário divulgar os méritos deste recurso nos contextos educativos e terapêuticos, bem como investir em formação específica que capacite os profissionais para uma utilização mais consciente e eficaz da música na intervenção com a população com PEA. Este trabalho reforça a relevância da música como ferramenta inclusiva, acessível e adaptável às necessidades individuais, capaz de promover desenvolvimento e bem-estar em contextos de educação especial.
- Brincar e participar como processos de aprendizagem das operações aritméticas na Educação Pré-EscolarPublication . Dória, Goretti; Figueiredo, Maria Pacheco; Gomes, Helena Margarida dos Santos VasconcelosNa educação pré-escolar, ensinar concretiza-se na organização do ambiente educativo e em interações mais ou menos orientadas pelo/a educador/a. Nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar portuguesas, a organização do ambiente educativo surge como suporte da gestão curricular e o brincar é valorizado de forma transversal a todas as áreas de conteúdo. Em termos matemáticos, destaca-se o desafio de organizar o espaço, os materiais e as interações que promovam o envolvimento das crianças na resolução de problemas e as oportunidades que o brincar oferece para o desenvolvimento da comunicação e do raciocínio matemáticos. Esta abordagem reconhece os saberes e experiências das crianças como base para a sua aprendizagem, nomeadamente no âmbito da Matemática. Apresentamos situações experienciadas e investigadas num contexto pré-escolar português, analisando as propostas do adulto e as resoluções de 20 crianças entre 3 e 6 anos. As situações foram desenhadas tendo em vista o trabalho com as operações aritméticas, procurando contribuir para o seu desenvolvimento.
- Children and technology: preoccupations, practices and participation in Early Childhood EducationPublication . Pacheco Figueiredo, Maria; Alves, ValterChildren live in a complex world where technology plays different roles and influences several spheres of their existence. Research about the presence and educational impact of technology in childhood reveals several challenges. A particular challenge is connected to the need for a high-quality pedagogy regarding technology in Early Childhood Education. This paper contributes to that discussion from a Portuguese perspective. The pedagogical and curricular framework for Early Childhood Education in Portugal supports a significant use of technology in the daily practice and in children’s play. In this context, the paper explores three main axes to understand a high-quality pedagogy for using technology with children in educational contexts: technology presented as a tool with socially authentic practices; technology as supporting multiple languages that are relevant for children to understand the world around them; and technology as an arena for children’s participation. Each axis is supported by the analysis of specific projects developed locally at the School of Education. The projects were selected for highlighting tenets of each axis. Each axis is also connected to the three content areas of the Portuguese Curricular Guidelines and to dimensions of a sociocultural pedagogy for Early Childhood Education.
- Citizenship education and pedagogical practices of the teacher of the 1st cycle of basic educationPublication . Costa, Ana Sofia; Cardoso, Ana Paula; Rocha, JoãoCitizenship Education is being increasingly debated, due to social changes that are rapidly occurring. Nowadays, the school must take on new challenges that should be reflected in teachers’ pedagogical practices. This is where school gains prominence as a main agent in the formation of active citizens, capable of contributing to the development and well-being of the society in which they live, by educating them for citizenship. Therefore, the present investigation aimed to understand if Citizenship Education is a disciplinary area valued by teachers in the 1st Cycle of Basic Education (CEB) [years 1-4] in the classroom, based in their perspectives. For this, we tried to verify how often Citizenship Education is addressed, in the classroom; to know the importance attributed to this subject in the various areas of student training; to identify those responsible for selecting the content covered in Citizenship Education; and to analyse the thematic areas of Citizenship Education more and less worked on in the classroom. To this end, we carried out a descriptive research using a questionnaire sent to a non-probabilistic sample of ninety-one 1st CEB teachers working in the municipality of Viseu (Portugal). The data showed that teachers attribute relevance to Citizenship Education teaching in various areas of educational action, and approach it quite frequently in their teaching practice. It was also observed that content selection responsibility rests mainly over teachers and students, and that there are thematic areas of Citizenship little addressed, such as the European Dimension of Education, or the of Education for Entrepreneurship. Considering that school is a privileged space for citizenship development, it is required that teachers guide their pedagogical practices towards themes on which it is necessary to reflect, in order to promote the development of social skills from a very early age.
