ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU
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Percorrer ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE VISEU por orientador "Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo e"
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- Alergias alimentares nas escolas : segur@lergiaPublication . Rodrigues, Ana Margarida Monteiro da Silva; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eIntrodução: Os enfermeiros têm um papel importante na educação para a saúde, tanto em contexto individual, como comunitário, para melhorar os resultados positivos em matéria de saúde e a eficácia global da promoção da literacia em saúde. No caso concreto, sobre as alergias alimentares, um problema significativo em ambiente escolar. Consequentemente, a capacidade da comunidade educativa para reconhecer e lidar com as reações alérgicas é de importância fundamental para proteger a saúde das crianças. Objetivos: Avaliar qual o nível de conhecimentos em alergias alimentares dos docentes e não docentes de um Agrupamento de Escolas do concelho de Viseu; verificar se existe relação entre o conhecimento sobre alergias alimentares, as funções exercidas e o nível de ensino do estabelecimento escolar. Métodos: Estudo quantitativo, transversal, descritivo-correlacional. Amostra com 197 participantes, maior representatividade de docentes (52,8%). Aplicação de um questionário de caracterização profissional e Questionário Ferramenta de Avaliação de Conhecimentos em Alergia Alimentar nas Escolas (Inês et al., 2020). Resultados: Os docentes revelam um nível de conhecimento sobre alergias alimentares ligeiramente mais elevado (M=9,35±3,11) do que os não docentes (M=9,28±3,37); 37,6% dos participantes possuem elevados conhecimentos (37,6%), 34,5% moderados e 27,9% baixos conhecimentos; os que exercem funções no pré-escolar (OM=116,67) e no 2.º ciclo do ensino básico (OM=102,50) possuem mais conhecimentos (p=0,016). Conclusão: Os resultados indicam a necessidade de ações de formação sobre alergias alimentares nas escolas, em particular a comunicação de informações práticas relativas à gestão de alergias e emergências. É aconselhável, em particular, uma maior comunicação entre o Enfermeiro de Saúde Escolar e a comunidade educativa. Palavras-chave: Alergias alimentares; Conhecimentos; Comunidade educativa; Enfermagem de Saúde Escolar.
- Atitude dos enfermeiros : a importância da família no cuidarPublication . Tavares, Mónica Catarina Martins; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eEnquadramento: O Enfermeiro dos cuidados de saúde primários surge como figura principal no estabelecimento de uma relação de proximidade, segurança e confiança entre o indivíduo/família e os serviços de saúde, sendo ele próprio, pela sua formação e dedicação, quem assegura a manutenção dos serviços. Na perspetiva da continuidade de cuidados, a família surge tanto como contexto de prestação de cuidados, como fonte de suporte e recurso refletindo-se, a sua inclusão nos cuidados, na eficácia das intervenções de enfermagem. Objetivos: Identificar a atitude dos Enfermeiros dos CSP na importância da família no cuidar; verificar se a atitude dos Enfermeiros é influenciada pelas variáveis sociodemográficas, profissionais e pela competência emocional. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo-correlacional e transversal com participação de 71 Enfermeiros de um Agrupamento de Centros de Saúde da região Centro, com predomínio do grupo etário 40 - 49 anos e do género feminino (91.5%) O instrumento de colheita de dados inclui um questionário sociodemográfico e profissional, a Escala A Importância das famílias nos cuidados de Enfermagem: Atitude dos Enfermeiros - IFCE-AE e a Escala Veiga de Competência Emocional - EVCE. Resultados: Os Enfermeiros que consideram a Família: parceiro dialogante e recurso de coping (atitude mais favorável) são do género masculino, com idade entre os 40 e os 49 anos, solteiro, divorciado ou viúvo, e detentor de uma especialidade. Possui a categoria profissional de Enfermeiro (generalista), com um tempo de serviço igual ou superior a 21 anos, exerce funções na Unidade de Saúde Pública e tem formação em Enfermagem de família. Apresenta competência emocional normal. Os Enfermeiros mais jovens, sem formação em Enfermagem de família e com competência emocional diminuída são os que entendem a Família: como um fardo. As variáveis sociodemográficas não interferem na atitude dos Enfermeiros. Das variáveis profissionais, apenas o tipo de unidade onde exercem funções influencia a atitude dos Enfermeiros. A competência emocional interfere na atitude dos Enfermeiros, sendo preditora das dimensões Família: parceiro dialogante e recurso de coping e Família: recurso nos cuidados de enfermagem. A capacidade Empatia revelou-se preditora da importância da família no cuidar (nota global). Conclusão: Os Enfermeiros dos CSP apresentam uma atitude favorável quanto à importância da família no cuidar. Quanto melhor a competência emocional mais favorável é a atitude dos Enfermeiros. Face aos resultados expostos concluindo-se a importância de dotar os profissionais de competências emocionais para perceber a família como unidade e recurso. Palavras-Chave: Atitude, Relações Profissional-família, Competência Emocional.
- Atitude dos enfermeiros e a família na área hospitalarPublication . Francisco, Emanuela Fátima Silva Santos; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eEnquadramento: Cuidar do doente e sua família constitui uma atividade central dos cuidados de enfermagem. A importância de incluir a família nos cuidados de enfermagem é cada vez mais assumida de forma transversal em todos os contextos de cuidados. Importa acrescentar que para serem eficazes e eficientes nas suas intervenções, os enfermeiros necessitam de um conjunto de competências e recursos humanos que dizem respeito ao que atualmente se considera Competência Emocional. Objetivos: Identificar as atitudes dos enfermeiros em relação à importância da família nos cuidados de enfermagem na área hospitalar e verificar se as atitudes são influenciadas pelas variáveis sociodemográficas, profissionais e competências emocionais dos enfermeiros. Método: Estudo de natureza quantitativa, descritivo - correlacional, transversal, realizado com 174 enfermeiros de um Centro Hospitalar da região Centro, constituído por 79.9% mulheres e 20.1% homens, e o grupo etário mais predominante é dos 30 aos 39 anos (40.8%). O instrumento de colheita de dados é composto por um questionário de caracterização sociodemográfica; profissional e pelas escalas: Escala Importância da Família nos Cuidados de Enfermagem - Atitudes dos Enfermeiros (IFCE-AE); Escala Veiga de Competência Emocional (EVCE). Resultados: Os enfermeiros em estudo revelam uma atitude de suporte em relação à importância de incluir as famílias na prestação de cuidados. As habilitações académicas, a categoria profissional, a formação em enfermagem de família e a Competência Emocional influenciam as atitudes dos enfermeiros. Conclusão: Os enfermeiros, da área hospitalar, possuem um grau de concordância elevado sobre a importância das famílias nos cuidados de enfermagem. A capacidade Empatia da competência emocional revelou-se preditora das atitudes dos enfermeiros na importância da família no cuidar Palavras-chave: Atitudes, Enfermagem, Família, Competência Emocional.
- Atitudes dos estudantes do ensino profissional face à sexualidadePublication . Rodrigues, Liliana Sofia Almeida Ferreira; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo e; Duarte, João CarvalhoEnquadramento – A sexualidade é vivida de forma individual, envolvendo as componentes biopsicossociais e contexto em que cada estudante se insere, o que interfere nas suas atitudes face à sexualidade. Objetivos – Caraterizar as atitudes dos estudantes do ensino profissional face à sexualidade. Analisar a relação entre variáveis sociodemográfica, académicas, familiares e de contexto sexual com as atitudes face à sexualidade. Material e Método – Estudo quantitativo, transversal, descritivo-correlacional. Amostra não probabilística de 281 estudantes de duas escolas de ensino profissional. O questionário inclui caracterização sociodemográfica, académica, familiar, Escala de Coesão e Adaptabilidade Familiar (FACES-II), Escala de Conhecimentos sobre as Infeções de Transmissão Sexual e Escala de Atitudes Face à Sexualidade. Resultados – Predominam os rapazes (62.27%), com média de idades de 17.63 anos e 45.2% possuem bom ambiente familiar; prevalece a coesão familiar desmembrada (33.5%) e separada (35.6%); têm adaptabilidade familiar flexível (45.1%); sobressai a família meio-termo e equilibrada (31.1%). A maioria (59.8%) já iniciou a vida sexual, desses 38.7% aos 16 anos. O género, situação profissional e habilitações académicas dos pais, ter preservativo quando precisam e conhecimentos sobre as infeções de transmissão sexual interferiram nas atitudes dos estudantes face à sexualidade. Conclusão – Os conhecimentos sobre infeções de transmissão sexual e o tipo de família foram variáveis preditoras das atitudes face à sexualidade. Quanto melhor o tipo de família mais favoráveis as atitudes; quanto pior o tipo de família, mais fracos os conhecimentos sobre as infeções de transmissão sexual. O tipo de família influencia diretamente as atitudes e indiretamente. os conhecimentos.
- Avaliação dos conhecimentos dos enfermeiros dos cuidados de saúde primários sobre o processo de referenciação do utente para RNCCI : realidade do Aces Dão LafõesPublication . Andrade, Rita Daniela Gonçalves Matias de; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eEnquadramento: Para que os utentes integrem na Rede Nacional de Cuidados Continuados é essencial que o processo de referenciação se concretize, sendo necessário trabalho em equipa. Os grupos profissionais envolvidos na referenciação de utentes como enfermeiros, médicos e assistentes sociais, têm papéis, funções e competências radicalmente diferentes, mas apenas uma equipa interdisciplinar permite alvejar a excelência e a qualidade holística dos cuidados à pessoa, ou seja, em toda a sua plenitude. Objetivos: Identificar o perfil dos enfermeiros dos cuidados de saúde primários; avaliar os conhecimentos dos enfermeiros dos cuidados de saúde primários sobre o processo de referenciação do utente para a RNCCI. Metodologia: Estudo descritivo de natureza quantitativa onde participaram 30 enfermeiros com uma idade média 42,96 % e um desvio padrão de 7,88 e maioritariamente do género feminino. Para a recolha de dados foi utilizado um questionário, de caracaterização sociodemográfica e profissional bem como questões que avaliam os conhecimentos dos enfermeiros. Foram cumpridos todos os procedimentos éticos. Resultados: Os resultados indicam que os enfermeiros em estudo reconhecem a importância do papel por eles desempenhado e que conhecem o processo de referenciação do utente para a RNCCI. Conclusão: Apsesar dos enfermeiros apresentarem conhecimentos acerca do processo de referenciação do utente para RNCCI, referem que é necessário investir mais na formação, para se sentirem mais competentes. Palavras chave: enfermeiros; cuidados saúdes Primários; rede de cuidados continuados de saúde.
- Capacitação do cuidador informal da pessoa dependentePublication . Carvalho, Ana Rita Fortunato de; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eIntrodução: O conhecimento é a familiaridade, a consciência ou a compreensão de alguém ou de alguma coisa, como factos, informações, descrições ou competências, que se adquire através da experiência ou da formação, perceber, descobrir ou aprender. O enfermeiro tem de ser um profissional com conhecimentos para que a sua prática seja de excelência face à realidade dos utentes/família/grupo/comunidade, independentemente do seu contexto de atuação. Foi partindo destas premissas, que se realizou o presente estudo subordinado ao tema “. Capacitação do Cuidador Informal da Pessoa Dependente”. Objetivos: Caracterizar a pessoa cuidada/dependente inserida no projeto “Estatuto de Cuidador Informal”; Avaliar o nível de sobrecarga do Cuidador Informal. Métodos: Estudo de natureza quantitativa, transversal, descritivo e correlacional, numa amostra de 61 cuidadores informais inseridos no Projeto “Estatuto de Cuidador Informal” do Concelho de Lamego, maioritariamente mulheres (91,8%), com uma idade média de 57,07±9,68 anos. Para a recolha de dados optou-se pelo questionário de caracterização da pessoa dependente, caracterização do cuidador informal, caracterização do contexto do cuidar, perceção e necessidades do cuidador informal, Índice de Barthel e a Escala de Zarit (Caregiver Burden Interview Zarit, 1980), versão adaptada e validada por Sequeira (2007)). Foi obtido parecer favorável da Comissão de Ética. Resultados: O estudo evidenciou que 41,0% dos cuidadores informais apresentam sobrecarga ligeira e 14,8% uma sobrecarga intensa. A idade e o tempo que prestam cuidados à pessoa dependente foram variáveis preditoras de sobrecarga dos cuidadores informais (p<0,05), sendo os cuidadores com menos de 35 anos de idade e entre os 36-50 anos aqueles que apresentaram mais sobrecarga, bem como os que possuem menos de 6 meses de desempenho desta função e entre aqueles que o fazem há mais de 4 anos. As mulheres cuidadoras apresentaram um índice ligeiro de maior sobrecarga do que os cuidadores homens. O tempo com a pessoa que cuidam interferiu na sobrecarga, especificamente entre os que prestam cuidados à pessoa dependente entre 12-18 horas por dia. Os cuidadores solteiros e viúvos revelaram maior sobrecarga de cuidados, bem como os que coabitavam com a pessoa cuidada. Conclusão: Os resultados demonstram a necessidade de os enfermeiros das UCC reunirem esforços para adotarem medidas preventivas precoces que possam minimizar a sobrecarga dos cuidadores informais, pois, atendendo à sua vulnerabilidade decorrente da prestação de cuidados à pessoa dependente, estes têm de ter um maior apoio a todos os níveis. Palavras-chave: Cuidador informal; Pessoa dependente; Capacitação; Enfermagem de Saúde Comunitária.
- Capacitação para o uso do estatuto de cuidador informal : O papel do enfermeiro de saúde familiar no suporte às famílias com membros dependentesPublication . Valente, Daniela Sofia Sousa; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eIntrodução: O processo de envelhecimento implica mudanças inevitáveis, influenciadas por diversos fatores biopsicossociais, afetando os idosos de forma imprevisível. O aumento da dependência leva a que os cuidados sejam assumidos pelos familiares mais próximos, tornando-os cuidadores. Esta responsabilidade tem impacto na dinâmica familiar, sendo necessário planear e implementar intervenções adequadas às especificidades da família. A introdução do cuidador informal é ainda desconhecida e cabe aos enfermeiros de família a capacitação dos cuidadores para a existência do mesmo. Partindo desta premissa foi realizado o presente relatório com a temática “Capacitação para o uso do estatuto de Cuidador Informal: o papel do Enfermeiro de Saúde Familiar no suporte às famílias com membros dependentes”. Objetivos: Avaliar as famílias segundo o MDAIF; identificar as necessidades das mesmas no que respeita ao estatuto do Cuidador Informal, intervir numa perspetiva sistémica para a capacitação das famílias, nos seus processos de desenvolvimento. Métodos: O presente estudo enquadra-se no projeto Family2Care aprovado pelo parecer de ética da ULS Viseu Dão Lafões. Foi utilizada como colheita de dados às cinco famílias a entrevista familiar sistémica bem como os instrumentos de avaliação familiar. Resultados: Em todas as cinco famílias havia um desconhecimento relativamente ao estatuto de Cuidador Informal, havendo assim uma necessidade de as capacitar, tendo assim duas das cinco famílias iniciado o pedido do estatuto. Conclusão: A proximidade e o conhecimento da família são elementos cruciais para o sucesso das intervenções aplicadas pelo enfermeiro de família, resultando em ganhos em saúde. Palavras-chave: Cuidador Informal; Capacitação; Enfermagem Saúde Familiar.
- Conhecimento dos enfermeiros sobre a referenciação para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados : uma realidade a nível hospitalarPublication . Magno, Fátima Correia da Silva; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eIntrodução: O conhecimento é produto da ação de aprender e tem como requisito que possa ser expresso e comunicado aos outros. Assim, promover o desenvolvimento do conhecimento em enfermagem requer três elementos centrais: formação, prática e pesquisa e cada um deles permeado por outros elementos de suporte, como o desenvolvimento e análise de conceitos, o uso de teorias e a enfermagem baseada em evidências. É neste sentido que o enfermeiro tem que ser um profissional com conhecimentos nomeadamente no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), uma vez se configuram como um elemento transversal em toda a Rede, sendo estes os que melhor se posicionam para responder aos objetivos deste espaço de cuidados. Objetivos: Identificar o nível de conhecimento dos enfermeiros para a referenciação do utente para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados; Verificar a relação entre as variáveis sociodemográficas, profissionais, contexto de formação e motivação com o conhecimento dos enfermeiros dos cuidados hospitalares. Métodos: Estudo de natureza quantitativa, de coorte transversal, descritivo e correlacional, numa amostra de 38 enfermeiros, com uma idade média de 38,05 anos (+/- 8,21) a exercerem funções em serviços do Centro Hospitalar Tondela – Viseu, onde é realizada a maioria da referenciação dos doentes para a RNCCI. Para a recolha de dados optou-se pelo questionário, que contém questões de caracterização sociodemográfica, profissional, de formação em Cuidados Continuados Integrados, da importância dos Cuidados Continuados Integrados, o Questionário Geral dos conhecimentos sobre a referenciação para a Rede Nacional de Cuidados Continuados e Integrados e a Escala Multi-Factorial de Motivação no Trabalho (Ferreira et al., 2006). Foi obtido parecer favorável da Comissão de Ética. Resultados: Metade dos enfermeiros (55,3%) apresenta moderado conhecimento sobre o processo de referenciação para a RNCCI, com baixo conhecimento por parte dos enfermeiros que exercem na ortopedia (91,7%), com menos de 15 anos de tempo de serviço (66,7%). Os participantes com categoria profissional de “enfermeiro” (81,0%) e sem formação em serviço sobre a RNCCI manifestam moderados conhecimentos (81,0%, respetivamente). O perfil dos enfermeiros com mais conhecimentos sobre a referenciação do utente para a RNCCI é: género feminino, mais novos (≤40 anos), casados, com o mestrado, que exercem na Unidade AVC, com menos tempo de serviço (≤15 anos), os enfermeiros especialistas, sem formação em serviço na área, que já fizeram trabalhos e projetos em relação à temática em estudo, com conhecimentos sobre o processo de referenciação, insatisfeitos com este processo, mais motivados no trabalho. Conclusão: Os resultados demonstram a necessidade de os enfermeiros melhorarem os seus conhecimentos, no âmbito do processo de referenciação para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. O processo de referenciação deve ser objetivo e direcionado para as necessidades dos utentes, de forma a que a continuidade de cuidados seja uma realidade. Palavras-chave: Conhecimentos; Enfermeiros; Referenciação; Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
- Conhecimentos dos enfermeiros das unidades de cuidados continuados integrados sobre o processo de referenciação do utente na RNCCIPublication . Oliveira, Joana Filipa da Costa; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo eIntrodução: Para que os utentes possam integrar na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), implica a concretização do processo de referenciação, para o que muito contribui um trabalho em equipa multidisciplinar, na qual cada elemento desempenha funções e competências diferenciadas, para que se consiga alcançar a qualidade dos cuidados à pessoa, numa dimensão holística. Objetivos: Identificar os níveis de conhecimento dos Enfermeiros das Unidades de Cuidados Continuados Integrados sobre o processo de referenciação para outras unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e identificar as variáveis que interferem com esses conhecimentos. Métodos: Estudo quantitativo, de natureza transversal, descritivocorrelacional. Foram inquiridos 49 enfermeiros a exercer funções nas Unidades de Cuidados Continuados Integrados, com uma idade média de 28 anos (±6,942). Para a recolha de dados utilizou-se um protocolo constituído por questões de caracterização sociodemográfica e profissional relativas à formação dos enfermeiros sobre Cuidados Continuados Integrados e a importância que atribuem aos mesmos. Foram construídas questões dicotómicas (verdadeiro/ falso) para avaliar conhecimentos sobre a RNCCI. Utlizada “Escala Multi-Factorial de Motivação no Trabalho” (Ferreira et al., 2006) que permite medir as várias dimensões de motivação no local de trabalho. Em todo o procedimento foram consideradas as questões éticas. Resultados: Prevalência de um nível de razoáveis conhecimentos sobre a referenciação na RNCCI (34,7%), seguindo-se os enfermeiros com fracos e bons conhecimentos, com idêntico valor percentual (32,7%, respetivamente). Os resultados mostram que os enfermeiros reconhecem a importância do papel por eles desempenhado, com apenas 34,7% que já realizaram formação nesta área. Os enfermeiros que exercem funções numa Unidade de Convalescença revelam mais conhecimentos acerca dos conceitos gerais sobre a RNCCI, os que exercem funções numa Unidades de Média Duração e Reabilitação possuem mais conhecimentos sobre as equipas e unidade de prestação de cuidados e acerca do processo de referenciação de utentes na RNCCI, com diferença estatisticamente significativa nos conhecimentos relativos às equipas e unidade de prestação de cuidados (p=0,010). Conclusão: A prática clínica especializada bem como a investigação na área de enfermagem permitem o desenvolvimento de competências. O enfermeiro especialista deve possuir um nível de conhecimentos específicos para fazer face às situações de maior complexidade e dando resposta às necessidades dos utentes, nomeadamente a referenciação. Palavras-chave: Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados; Unidade de Cuidados Continuados Integrados; Enfermagem Comunitária; Conhecimentos; Enfermeiros
- Conhecimentos sobre as funções, dimensões da supervisão pedagógica : Perspetiva dos docentesPublication . Pascoal, Carla Marisa dos Santos; Andrade, Ana Isabel Nunes Pereira de Azevedo e; Duarte, João CarvalhoEnquadramento: A supervisão deve procurar apoiar-se em modelos e etapas contribuindo para um bom desempenho das funções do supervisor, aumentando o sucesso dos estudantes e desenvolvimento institucional. Pode ser entendida como um meio relacionado com a formação, com a inovação e com a mudança, num processo de desenvolvimento. Este processo implica procedimentos de reflexão e procura expandir competências no sujeito, devendo incidir na promoção de atitudes de confiança e de responsabilidade pela qualidade do seu desempenho. Objetivos: Identificar os conhecimentos sobre as funções/dimensões da supervisão pedagógica dos docentes e identificar as variáveis sociodemográficas, profissionais, formação sobre supervisão pedagógica, conhecimentos sobre os modelos de suporte à prática de supervisão pedagógica e conhecimentos sobre as etapas do desenvolvimento do processo de supervisão que interferem nos conhecimentos acerca da supervisão pedagógica. Metodologia: Estudo de natureza quantitativa, transversal, descritivo-correlacional, em 73 docentes do ensino superior, com uma idade média de 43.89 (±9.210 anos). Para a colheita de dados foi utilizado um questionário de caracterização sociodemográfica; e as escalas de Modelos de Suporte à prática de supervisão pedagógica (Albuquerque, Cruz & Cunha, 2017) e Etapas do desenvolvimento do processo de supervisão pedagógica (Cunha, Albuquerque, Aparício & Bica, 2017); Funções/Dimensões da supervisão pedagógica (Cunha et al., 2017). Resultados: Dos docentes inquiridos 35.6% revelam possuir conhecimentos elevados sobre funções/dimensões da supervisão. Estes são do sexo feminino (65.4%), com idade entre 41 e 49 anos (46.2%) e com grau académico de Doutor (46.2%). As variáveis sociodemográficas, profissionais e a formação dos docentes sobre supervisão não influenciam os conhecimentos sobre as funções/dimensões da supervisão pedagógica. As variáveis idade, tempo de serviço, conhecimentos dos modelos de suporte à prática e das etapas do desenvolvimento do processo e conhecimentos das etapas revelaram-se preditoras dos conhecimentos sobre funções/dimensões da supervisão pedagógica. Conclusão: Os conhecimentos sobre os modelos e etapas influenciam os conhecimentos dos docentes sobre as funções/dimensões da supervisão pedagógica. É importante repensar estratégias que visem a melhoria dos conhecimentos sobre as funções da supervisão e consequentemente mudanças da ação pedagógica. A enfermagem comunitária tem um papel preponderante na supervisão pedagógica contribuindo para a melhoria dos cuidados, desenvolvendo competências e habilidades profissionais, para uma prática reflexiva. Desta forma, permite aprimorar a qualidade dos cuidados, através de uma prática baseada na evidência. Palavras-chave: Supervisão Pedagógica, funções, dimensões, conhecimentos, docentes, ensino superior.
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