ESEV - DPCE - Relatórios finais (após aprovados pelo júri)
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- A Censura e a Liberdade de Expressão sobre as perceções dos alunos de uma turma do 6.º ano de escolaridadePublication . Cravo, Alice Manuela Correia; Nunes, JoãoO presente relatório final de estágio apresenta um estudo elaborado no âmbito do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e do 2.º CEB em Português e História e Geografia de Portugal (HGP), mais concretamente numa turma do 6.º ano de escolaridade na disciplina de HGP. Neste sentido, este divide-se em duas seções, a primeira parte, apresenta-se o percurso desenvolvido durante as Prática de Ensino Supervisionada (PES) I e II no 1.º CEB e na PES II no 2.º CEB, em que se descreve os contextos das práticas pedagógicas e se faz uma análise crítica das competências pedagógicas adquiridas ao longo dessas experiências de ensino. A segunda parte do relatório é dedicado ao estudo empírico, onde este se inicia pela definição do objeto de estudo e a sua pertinência, avançando depois para uma revisão de literatura. Posteriormente, indica-se a metodologia utilizada, através da amostra, das técnicas e instrumentos de recolha de dados, dos procedimentos adotados e da análise e tratamento de dados. Seguidamente, a apresentação e discussão dos dados recolhidos, que consistiu na análise e interpretação dos dados obtidos nos dois inquéritos por questionário à turma. Por fim, apresentam-se as conclusões do estudo, bem como uma apreciação global de todo o processo.
- A dimensão física do ambiente educativo como promotor de aprendizagem de crianças/alunos: Perceções de Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Martins, Jéssica Daniela Serra; Lacerda, Carla; Rocha, JoãoO ambiente educativo, na sua dimensão física, desempenha um papel determinante no processo de ensino e aprendizagem, influenciando o bem-estar das crianças/alunos, as dinâmicas pedagógicas e as interações que nele se estabelecem. A organização do espaço, a acessibilidade dos materiais e a intencionalidade pedagógica da sua disposição assumem-se como fatores essenciais para a promoção de aprendizagens significativas e do desenvolvimento integral. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo conhecer as perceções dos Educadores de Infância e dos Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico sobre a influência da organização do espaço físico na qualidade educativa e no envolvimento ativo das crianças/alunos no processo de aprendizagem. Adotou-se uma metodologia qualitativa, de natureza descritiva e interpretativa, recorrendo-se à entrevista semiestruturada como instrumento de recolha de dados. Participaram no estudo oito Educadores de Infância e oito Professores do 1.º CEB, tendo os dados sido tratados através de análise de conteúdo. Os resultados evidenciam diferenças significativas nas perceções dos dois grupos profissionais relativamente ao papel do espaço físico enquanto elemento pedagógico. Os Educadores de Infância concebem o espaço como um “terceiro educador”, valorizando uma abordagem flexível, intencional e centrada na criança, promotora da autonomia, do bem-estar e da aprendizagem ativa. Por sua vez, os Professores do 1.º CEB tendem a adotar uma visão mais funcional do espaço, condicionada por fatores estruturais e curriculares, embora reconheçam o seu potencial para favorecer a concentração, a cooperação e o comportamento dos alunos. Apesar das diferenças identificadas, ambos os grupos reconhecem o impacto do ambiente físico na qualidade das interações e das aprendizagens, salientando a necessidade de promover uma maior continuidade pedagógica entre os contextos educativos.
- A Multiculturalidade na ação educativa dos professores do 1.ºCEBPublication . Teles, Carolina Carvalho; Cardoso, Ana Paula; Marques, Jorge AfolfoO presente Relatório Final de Estágio (RFE) foi elaborado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Viseu. Este relatório está estruturado em duas partes principais: a primeira consiste numa reflexão crítica sobre a Prática de Ensino Supervisionada, desenvolvida em contextos de 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) e Educação Pré-Escolar (EPE); na segunda parte é apresentado um trabalho de investigação sobre o tema a multiculturalidade na ação dos professores do 1.º CEB. Durante a Prática de Ensino Supervisionada, deparei-me, com frequência, com a presença de diferenças culturais entre as crianças, oriundas de variados contextos culturais, nas escolas. Esse contato proporcionou-me experiências diversas, tanto positivas quanto desafiadoras, e despertou em mim o interesse em investigar como é que a diversidade cultural tem sido perspetivada pelos professores nas escolas do ensino básico em Portugal. A multiculturalidade é, sem dúvida, um tema de crescente relevância no cenário educativo atual, dado o aumento expressivo de crianças provenientes de diferentes contextos culturais no ambiente escolar. A diversidade cultural em sala de aula exige que as escolas e professores se adaptem para promover uma educação verdadeiramente inclusiva. Isso levoume a refletir e investigar como ocorre essa integração nas escolas e nas salas de aula. Com o intuito de aprofundar a minha compreensão sobre como a multiculturalidade se manifesta na prática docente, realizei um estudo de natureza qualitativa, sustentado em entrevistas semiestruturadas a sete professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), de modo a tentar perceber como é perspetivada a diversidade cultural na ação dos professores. Em termos gerais os professores revelaram estar recetivos à inclusão dos alunos oriundos de diferentes culturas e afirmaram desenvolver diversas estratégias pedagógicas. No entanto, evidenciaram algumas dificuldades, como a falta de formação específica e a barreira linguística que afeta a comunicação com os alunos e/ou com os encarregados de educação, impedindo, por vezes, uma ação pedagógica mais profícua em prol da inclusão.
- A relação entre o sucesso escolar, a autoestima e o autoconceitoPublication . Marques, Marta Andreia Tavares; Ramalho, HenriqueO presente relatório final de estágio está organizado em dois eixos: uma reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas em contexto de estágio e o trabalho de investigação. A parte da reflexão crítica assenta nas práticas desenvolvidas em contexto, nomeadamente no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação Pré-Escolar, mencionadas por ordem temporal dos estágios. A parte da investigação, do ponto de vista concetual, explora a autoestima e o autoconceito enquanto aspetos relevantes para o percurso dos alunos, por se apresentarem como propriedades singulares que influenciam a motivação, o empenho e o sucesso escolar. O objetivo geral foi explorar a relação entre a autoestima, o autoconceito e o sucesso escolar em alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico e verificar o impacto de um programa de intervenção psicopedagógica centrado no desenvolvimento socioemocional. Adotando uma natureza exploratória, o estudo assume um carácter quantitativo, adotando procedimentos específicos de análise estatística descritiva, combinados com procedimentos de análise correlacional. No estudo, participaram 20 alunos do 3.º ano de escolaridade, tendo sido utilizadas, para recolha de dados, a Escala de Autoestima de Rosenberg, a Escala de Autoconceito de Piers-Harris e um questionário sociodemográfico que incluía a recolha das classificações escolares. A intervenção psicopedagógica consistiu em cinco sessões com atividades orientadas para a promoção da autoestima e do autoconceito, tendo sido aplicadas as escalas antes (T1) e depois do programa (T2). Os resultados evidenciaram um aumento estatisticamente significativo na autoestima (teste de Wilcoxon, p = 0.022) e no autoconceito (teste t de Student, p < 0.01) após a intervenção. Verificaram-se, ainda, correlações positivas e significativas entre os níveis de autoestima e sucesso escolar (r = 0.460), bem como entre o autoconceito e o sucesso escolar (r = 0.456). Conclui-se que a autoestima e o autoconceito são variáveis preditoras do sucesso escolar e que a sua promoção, através de programas psicopedagógicos, contribuiu para o sucesso escolar. Estes resultados reforçam a importância de integrar estes programas no contexto educativo.
- A Relação Escola - Família Um Espaço para ConstruirJuntosPublication . Pegado, Rute Marlene Marques; Ramalho, HenriqueO presente Relatório Final de Estágio encontra-se estruturado em duas partes complementares. A primeira corresponde a uma reflexão crítica sobre a Prática de Ensino Supervisionada, desenvolvida no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação PréEscolar. A segunda parte refere-se ao projeto de investigação realizado em contexto de estágio, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada na Educação Pré-Escolar, que deu título ao Relatório: “Relação Escola–Família: Um Espaço para Construir Juntos”. A primeira parte do relatório apresenta uma retrospetiva do percurso formativo desenvolvido no 1.º Ciclo do Ensino Básico e na Educação Pré-Escolar, acompanhada por uma reflexão sobre os contextos e as aprendizagens adquiridas. Esta análise foi elaborada com base nos elementos reunidos dos dossiês semestrais. A segunda parte do relatório integra um estudo empírico de natureza qualitativa, centrado na importância da participação das famílias na Educação Pré-escolar. A investigação foi conduzida através da técnica de entrevista, permitindo compreender o modo como os Pais/Encarregados de Educação se envolvem na vida escolar dos seus educandos e evidenciar a importância desse envolvimento para o processo educativo.
- Alunos com Necessidades Educativas e Bullying em contextos inclusivos:contributos de um Estudo de CasoPublication . Silva, Ana Margarida Pereira da; Felizardo, Sara,Este trabalho apresenta uma investigação sobre a problemática do Bullying no âmbito da inclusão dos alunos Necessidades Educativas Especiais (NEE). Segundo Serrate (2009), o bullying pode ser definido como sendo um comportamento de agressividade reiterada por parte de uma pessoa que atormenta, incomoda ou persegue uma outra pessoa que não tem a possibilidade de se defender. A literatura atual realça que os alunos com dificuldades desenvolvimentais/NEE estão em maior risco de envolvimento em dinâmicas de bullying. Neste contexto, delineámos os seguintes objetivos: i) analisar as perceções dos intervenientes no processo educativo (pais, professores e técnicos) sobre o funcionamento pessoal, social e inclusão da jovem com NEE; ii) perceber a opinião dos participantes do estudo sobre as barreiras, facilitadores e estratégias de coping utilizadas pela jovem com NEE nas situações de bullying e no processo de inclusão nos contextos de vida; iii) compreender a relevância da rede de suporte social e do envolvimento dos pais nas situações do bullying bem como no processo de inclusão, e iv) analisar a perceção da jovem sobre as suas próprias competências, dificuldades e apoios no âmbito das situações de bullying e da sua inclusão nos contextos de vida. No que respeito à parte empírica trata-se de uma de investigação qualitativa, especificamente, de um estudo de caso de uma jovem de 29 anos com dificuldades desenvolvimentais/ NEE. Para a sua concretização, recorreu-se a entrevistas semiestruturadas, tendo como técnica de recolha de dados a análise de conteúdo. Foram envolvidos 11 participantes (a jovem com NEE, a mãe, um amigo, professores de ensino regular e técnicos). Quanto aos resultados, a maior parte dos registos incide sobre a participação e inclusão da jovem nos seus contextos sociais de vida, tendo-se verificado como barreiras à inclusão: a rejeição por parte dos pares, as dificuldades pessoais e de aprendizagem da aluna; em relação aos facilitadores da inclusão, salientam-se as dinâmicas relacionais muito positivas com professores e técnicos. Estes registos também evidenciam a necessidade de se intervir ao nível de estratégias educativas e no envolvimento familiar, com o propósito de promover as relações interpessoais e delinear ações mais eficazes na resolução das situações de bullying. Concluímos, ainda, que a investigação nesta área é incipiente e os dados estatísticos escassos. É essencial alertar as pessoas para a realidade do bullying, pois cada um de nós tem direito a viver a sua vida com respeito e dignidade.
- As Competências Sociais e Emocionais de Duas Crianças em Idade Pré-Escolar: Um Estudo MulticasoPublication . Pessoa, Maria Inês de Almeida Rodrigues Nunes; Cardoso, Ana Paula; Figueiredo, Maria Pacheco; Figueiredo, Maria JoãoO presente relatório final de estágio, elaborado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola Superior de Educação de Viseu, tem como principal objetivo caracterizar as competências socioemocionais de duas crianças em idade pré-escolar a frequentar um jardim de infância do distrito de Viseu. A investigação, definida como estudo multicaso, foi desenvolvida entre novembro de 2024 e maio de 2025 e baseou-se na observação direta (registo de incidentes críticos) e na aplicação de diversos instrumentos: as Escalas de Bem-Estar e Implicação de Laevers, o teste sociométrico, a Escala de Regulação Emocional de Shields e Cicchetti e a Escala de Competências Sociais de Lamer. A análise dos dados permitiu compreender o modo como cada criança manifesta e regula as suas emoções, interage com os pares e responde aos desafios do contexto educativo. Os resultados evidenciam perfis distintos de desenvolvimento socioemocional e reforçam a importância do papel do educador enquanto mediador emocional e promotor de contextos educativos afetivos, seguros e intencionalmente orientados para o desenvolvimento global da criança.
- Avós, crianças e livros: relato crítico de práticas e investigação na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Rodrigues, Joana Andreia Lourenço; Figueiredo, Maria Pacheco; Rocha, JoãoNa sociedade atual, as características e o papel dos avós na família apresenta diferenças em relação a outras épocas. São avós mais jovens, tendendo a cuidar-se e a manterem-se atualizados, acompanhando a geração dos seus netos em vez de se identificar uma diferença de estilo de vida e cultural significativa. A sociedade levou a uma aumento significativo de condições para um envelhecimento ativo e dinâmico. Também são avós cuja qualidade de vida lhes proporciona oportunidades de viverem de forma mais duradoura, também por avanços na Medicina. A nível familiar, os avós sempre foram considerados como pilares nas necessidades requeridas pela família, auxiliando e, por vezes, substituindo as principais funções dos progenitores na vida dos seus netos. O papel dos avós na vida das crianças foi o tema que orientou este relatório final de estágio que aborda as práticas de ensino supervisionadas realizadas em contextos de educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico e um estudo desenvolvido sobre a temática da representação dos avós na Literatura para a Infância. A partir do estudo, pretende-se contribuir para o conhecimento da forma como os avós são representados em livros de Literatura para a Infância, através de uma análise criteriosa de aspetos caraterísticos dos avós e relações intergeracionais. Discute-se, ainda, o potencial dos livros de Literatura para a Infância enquanto suporte para atividades sobre os avós com crianças em idade pré-escolar
- Brincar no espaço exterior com as TIC: das práticas educativas às competências reflexivas e investigativasPublication . Lopes, Susana Filipa Marques; Figueiredo, Maria Pacheco; Rego, BelmiroO presente relatório de estágio tem como objetivos analisar criticamente a prática de ensino supervisionada que foi desenvolvida em contexto de Educação Pré-Escolar e de 1.º Ciclo do Ensino Básico e compreender quais as vantagens de brincar no espaço exterior, conhecendo formas de tornar a utilização das tecnologias significativa nesse espaço. Como forma de analisar e refletir o trabalho que foi desenvolvido ao longo das intervenções recorremos aos materiais e instrumentos utilizados ao longo da prática, fundamentando com autores e referências o desenrolar do trabalho. Relativamente ao estudo em questão trata-se de uma investigação de caráter qualitativo que envolveu a participação de três educadoras de infância com diferentes anos de prática, cada uma delas com experiências e opiniões distintas. No relatório pretendeu-se em primeiro lugar demonstrar a importância de as crianças brincarem no exterior adquirindo aprendizagens essenciais à sua sobrevivência e desenvolvendo diversas competências (motoras, sociais, cognitivas, emocionais) que as fazem tornar-se independentes e autónomas. Em segundo lugar, considerando que as crianças agora estão tão familiarizadas com as tecnologias de informação e comunicação (TIC) e uma vez que podem oferecer-lhes novas perspetivas sobre as aprendizagens e brincadeiras no exterior, considero importante explorá-las, levando-as para o espaço exterior e tornando as crianças ativas com a sua utilização.
- Brincar, criar e aprender na área da fábrica: um percurso formativo e investigativo na Educação Pré-EscolarPublication . Lemos, Ana Filipa Abreu; Figueiredo, Maria Pacheco; Abrantes, IsabelO presente relatório final de estágio insere-se no âmbito da conclusão do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e encontrase dividido em duas partes complementares. A primeira parte corresponde à reflexão crítica sobre as aprendizagens desenvolvidas ao longo das Práticas de Ensino Supervisionadas no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar. Esta reflexão permite evidenciar o percurso formativo e o processo de construção da identidade profissional, sustentado em referenciais teóricos e legais, nomeadamente o Despacho n.º 16034/2010. A segunda parte centra-se no estudo intitulado “A área da fábrica como espaço de brincar e criar: análise do potencial para a educação ambiental”, que teve como principal objetivo compreender de que forma este espaço pode promover aprendizagens significativas e ecológicas em contexto de Educação Pré-Escolar. Deste modo, ambas as partes são sustentadas por evidências da prática, incluindo registos fotográficos e contributos de autores de referência que abordam as temáticas em análise. A investigação realizada seguiu uma abordagem de natureza qualitativa que contou com a participação das crianças, educador cooperante e famílias, a fim de contribuírem para os temas a serem investigados. Ao longo do estudo privilegiou-se como técnicas de recolha de dados a observação participante, o diário de bordo e as entrevistas. Esta investigação foi sustentada nos princípios do Movimento da Escola Moderna (MEM), procurando analisar o papel do brincar livre, do uso de materiais reutilizáveis e naturais, da abordagem STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e dos espaços maker, na construção de uma consciência ambiental desde a infância. Os resultados obtidos evidenciam que a área da fábrica constitui um contexto privilegiado para o desenvolvimento da criatividade, da autonomia e do pensamento crítico das crianças, promovendo simultaneamente atitudes de respeito e responsabilidade ambiental.
